O cineasta Arnaldo Jabor, comentarista da rádio CBN e da TV Globo, lança no dia 11 de novembro o livro Amigos Ouvintes, volume que inaugura a coleção CBN Livros, da Editora Globo. Inspirada no quadro diário apresentado por Jabor no rádio, a obra reúne os melhores e mais polêmicos comentários exibidos nos últimos anos. Para apresentar o livro, o autor comandará um talk-show na Livraria Cultura do Shopping Villa-Lobos, em São Paulo, a partir das 19h30. A gravação é aberta ao público e em seguida haverá sessão de autógrafos.
Em Amigos Ouvintes, os comentários afiados de Jabor foram divididos em sete capítulos: Amor e Sexo, Política Nacional, Política Internacional, Cinema, Dia a Dia, Personagem e Violência. Nada escapa ao olhar apurado do polêmico autor, que se auto-intitula como “um louco que ainda acredita neste país”.
Esta é a primeira de uma série de obras literárias que terão o selo CBN Livros. Ainda este ano será lançado o volume No Divã do Gikovate, inspirado no programa homônimo apresentado na CBN pelo psicanalista Flávio Gikovate. Em 2010, será a vez de nomes como Max Gehringer e Heródoto Barbeiro.
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Se tiver uma ideia incrível, é melhor escrever um livro. Não sei se no Brasil alguém lê tanto assim, mas que é chique é chique, não é verdade? E depois dizem que o livro vai desaparecer. Se depender de mim e do Jabor, não, né? Ainda não descobri um jeito de ler um clássico da Literatura no laptop, sentado em meu trono. Ou deitado na cama. Se alguém souber, me avisa, tá?
Em Amigos Ouvintes, os comentários afiados de Jabor foram divididos em sete capítulos: Amor e Sexo, Política Nacional, Política Internacional, Cinema, Dia a Dia, Personagem e Violência. Nada escapa ao olhar apurado do polêmico autor, que se auto-intitula como “um louco que ainda acredita neste país”.
Esta é a primeira de uma série de obras literárias que terão o selo CBN Livros. Ainda este ano será lançado o volume No Divã do Gikovate, inspirado no programa homônimo apresentado na CBN pelo psicanalista Flávio Gikovate. Em 2010, será a vez de nomes como Max Gehringer e Heródoto Barbeiro.
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Se tiver uma ideia incrível, é melhor escrever um livro. Não sei se no Brasil alguém lê tanto assim, mas que é chique é chique, não é verdade? E depois dizem que o livro vai desaparecer. Se depender de mim e do Jabor, não, né? Ainda não descobri um jeito de ler um clássico da Literatura no laptop, sentado em meu trono. Ou deitado na cama. Se alguém souber, me avisa, tá?
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