terça-feira, 31 de julho de 2018

Artigo - Interconexão para um futuro com menos delay na transmissão de eventos esportivos


Por Wellington Lordelo*

 Se tem uma coisa que a Copa do Mundo 2018 (e outros eventos esportivos) demonstrou é que a experiência do usuário é determinante para o sucesso de qualquer emissora ou produtora de conteúdo. Aqueles que assistiram os jogos pela TV a cabo ou via streaming puderam perceber claramente o atraso na transmissão, quando seus vizinhos que acompanhavam pela TV aberta ou rádio gritavam “gol” bem antes deles. Durante a competição, vários vídeos circularam nas redes sociais mostrando a diferença – que chegava a 40 segundos em alguns casos –, o que prova que um atraso na transmissão de eventos esportivos em tempo real, ainda que pequeno, pode acabar com a graça de quem assiste.

A razão desse delay já é bem conhecida: o caminho do sinal, desde a captura da imagem até a recepção do usuário final, é maior pela TV a cabo do que pela TV aberta (maior ainda via streaming). Mas qual seria a alternativa então? Muitos saíram comprando antenas durante a Copa, o que com certeza não é solução ideal (para aqueles que investiram em televisores de alta definição ou 4K em busca de qualidade, definitivamente não é). Na verdade, a solução para reduzir esse atraso existe sim – se chama interconexão. O usuário final pode exigir que seu provedor de Internet seja bem interconectado para gastar menos “saltos” para atingir o conteúdo.

A plataforma atual dessas empresas ainda é arquitetada em torno de uma tecnologia tradicional e de redes centralizadas para a recepção e distribuição de mídia. As emissoras recebem a transmissão de um jogo do outro lado do mundo, levam os dados para suas sedes cada um de um jeito (geralmente pelo caminho da Internet pública) e depois distribuem para os assinantes, seja por fibra ótica ou satélite. Esse modelo fixo em silos de criação, armazenamento e distribuição já não comporta mais o volume de dados, o crescimento dos negócios em escala global e a velocidade de transmissão exigida hoje em dia, sendo ainda muito custoso, rígido e restritivo.

Já a interconexão permite que a troca de dados seja feita diretamente entre as companhias de mídia digital, sem passar necessariamente pela Internet. Ao conectar de modo privado vários data centers espalhados pelo globo, a interconexão cria uma espécie de “rodovia privada” aberta só para essas empresas, um caminho menos congestionado e muito mais rápido do que a “rodovia pública” da Internet. Até 2020, a previsão é que a interconexão entre as empresas cresça em média 62% ao ano na América Latina, chegando a um volume de 626Tbps em dados. Apenas no setor de Mídia e Entretenimento da região, esse número deve chegar 96Tbps.

Em um nível básico, a interconexão entre data centers ajuda a garantir que o fluxo de vídeo em tempo real seja entregue sem falhas. No caso da Copa da Rússia, por exemplo, a transmissão teria a velocidade e a baixa latência necessárias para garantir a melhor experiência de visualização possível (ou seja, com qualidade de imagem e sem atraso). Com uma plataforma interconectada, as empresas de conteúdo e mídia digital podem escalar rápida e facilmente suas produções, conectar-se de forma privada com parceiros de entrega de conteúdo e criar produtos inovadores e customizados para o usuário final, gerando novas receitas e novas formas de consumo de mídia.

Um exemplo é a Discovery Communications. A companhia implementou uma arquitetura já orientada à interconexão, que a permitiu transformar seu negócio em um modelo distribuído e totalmente baseado em nuvem. Colocando a sua infraestrutura de TI em data centers interconectados em Ashburn, Londres e Paris, a Discovery consolidou 80% de sua plataforma, otimizando a entrega de conteúdo mundial e acelerando a entrega de produtos em tempo real conexões de latência. A ideia é atender à demanda de consumo advinda da transmissão dos Jogos Olímpicos de Tóquio em 2020.

Já aqui no Brasil, o movimento de adoção da interconexão pelo setor de Mídia e Entretenimento não tem caminhado tão rápido assim. Contudo, as empresas já se atentaram para sua importância, principalmente no que tange à possibilidade de inovar e gerar novas fontes de receita. Quem sabe agora, com a experiência do usuário tão em evidência, as emissoras e produtoras de conteúdo brasileiras não decidam dar o passo final, já se preparando para os próximos grandes eventos esportivos e se tornando companhias verdadeiramente globais.

*Wellington Lordelo é gerente de Solution Marketing da Equinix Brasil

segunda-feira, 30 de julho de 2018

Transamérica inaugura novas franqueadas no Espírito Santo e em Rondônia

Equipe da Transamérica Hits, de Guarapari (ES): emissora atenderá região com 125 mil habitantes (Foto: Divulgação / Grupo Sim de Comunicação)

A Transamérica, maior rede de FM do País, avança com duas novas franqueadas nas cidades de Guarapari (ES) e São Francisco do Guaporé (RO). Com os dois lançamentos, a rede presente nas cinco regiões atinge as importantes cidades no Brasil. As duas emissoras atuarão no formado Hits, com programação destacando os grandes sucessos nacionais. Além da grade musical, a rádio exibirá programas como “Clube da Insônia”, “Ti Ti Ti”, “Rodeio” e “Sofazão”, entre outros, bem como apresentará notícias dos principais acontecimentos.

A emissora de Guarapari, região com mais de 121 mil habitantes, passa a operar na frequência 93,1 FM. E abrangerá os municípios de Alfredo Chaves, Anchieta, Piuma, Itapemirim e Iconha. A ação é resultado da associação entre Rede Transamérica e Rede Sim, importante grupo de comunicação local, que já conta com outras cinco emissoras no Estado.

Também com formato Hits, a emissora de São Francisco do Guaporé ocupa a frequência 88.7 FM e faz parte do Grupo Gemelli. A rádio faz parte do Grupo Gemelli, que possui ainda outras três emissoras Transamérica em Colorado do Oeste, Presidente Médici, Ji-Paraná e São Miguel do Guaporé.

segunda-feira, 23 de julho de 2018

Principais redes de rádio brasileiras ampliam suas transmissões com imagens pela internet

A colunista Vera Magalhães entrevista o presidente da Fiesp Paulo Skaf, durante o Jornal da Manhã, da Jovem Pan: a melhor transmissão com imagens pela internet (Foto: Reprodução/Internet)

Quem é internauta já percebeu que a presença das grandes redes de Rádio voltadas para o jornalismo cresce cada vez mais. Com a exceção da CBN, cuja proprietária - Grupo Globo, tenta emplacar uma plataforma própria de vídeos na web sem muito sucesso ainda, as demais emissoras agora se esforçam para estar presentes 24 horas transmitindo ao vivo com som e imagens em redes sociais como o You Tube e Facebook.

Na madrugada desta segunda feira, a Jovem Pan, que é a que melhor explora essas novas plataformas - e que chegou a ter um pico de 90 mil telespectadores ao vivo pelo YT - começou a transmitir ininterruptamente das 22h às 6h a programação da Jovem Pan News apenas em áudio. Essa forma de emissão já explorada desde o ano passado pela Rádio Justiça, de Brasília. No caso da emissora oficial do poder judiciário, a audiência média dificilmente passa dos "100 ouvintes/internautas", mas tende a crescer muito em transmissões que interessam a um grande número de pessoas, como as reuniões de plenário do Supremo Tribunal Federal.

Programa "Jornal Gente" transmitindo ao vivo do estúdio da Rádio Bandeirantes: engatinhando nas transmissões pela internet (Foto: Reprodução/Internet)
Band News FM e Rádio Bandeirantes - Sem a sofisticação a qual já chegou a Jovem Pan, as estações do Grupo Band Rádio também está nas plataformas de vídeos. A Rádio Bandeirantes recentemente começou a transmitir os programas vespertinos com som e imagem - inclusive na época da Copa do Mundo, direto de Moscou as rádios mostravam imagens de seus estúdios no centro de imprensa. 

Rede CBN e Rádio Globo - Embora não faça transmissões ao vivo pela internet com frequência, a CBN coloca na rede o conteúdo de alguns programas previamente gravados e de seus podcasts eventualmente gravados com imagens. Como cerca de 70% de sua programação seja transmitida em rede - a maior parte do tempo da filial de São Paulo e às vezes, da sede no Rio de Janeiro - talvez fique difícil definir de onde sairá a geração de conteúdo de imagens.

Programa "Jornal Gente" transmitindo ao vivo do estúdio da Rádio Bandeirantes: engatinhando nas transmissões pela internet (Foto: Reprodução/Internet)
Com a Rádio Globo a situação é um pouco diversa da de sua co-irmã. Ali, pelo menos 80% da programação seja gerada do Rio de Janeiro (o que causa uma grande antipatia dos ouvintes de São Paulo e, por conseguinte, dos da região Sul e Sudeste também).

Ricardo Sam e Gislaine Martins comandam o "Três em Um", da Rede Transamérica Pop: restrições nas execuções de música na internet provocam momentos curiosos nos intervalos das transmissões (Foto: Reprodução/Internet)
Transamérica Pop - A Rede Transamérica Pop, apesar de não ser uma emissora dedicada ao jornalismo como as demais, também faz sua transmissões pelo You Tube. É o caso de todas as edições dos esportivos locais "Papo de Craque", "Hastag da Bola" e agora o "Dois em Um", que é transmitido para a toda a rede Pop. A transmissão é um tanto quanto curiosa porque na hora em que entra a grade musical, o sinal que está indo ao ar pelo rádio é cortado e o internauta escuta o som ambiente do estúdio. Tudo isso causado por uma certa restrição que a plataforma digital sofre por conta dos direitos autorais sobre fonogramas e imagens oriundas de filmes e programas de televisão. 

terça-feira, 3 de julho de 2018

Na hora do gol, o Rádio está sempre à frente da televisão, como sempre



Um emblemático vídeo está circulando desde ontem pelas redes sociais. Trata-se de um torcedor anônimo que, ao ouvir o jogo pelo rádio, comemorou o gol alguns segundos antes dos demais torcedores que estavam ali ao seu lado.

Assim como ele, quem tem a brilhante ideia de abaixar o volume da TV para ouvir a transmissão pelo Rádio já percebeu que fica sabendo tudo antes, como é comum nessas ocasiões.

O motivo dessa "vantagem competittiva" é simples. Para isso, vamos pegar como exemplo a transmissão da Rádio Bandeirantes / Band News FM e a da Rede Globo, ambas direto da Rússia.

O grande locutor José Silvério, na próxima sexta feira, a exemplo de seu colega Galvão Bueno, estará em uma posição no estádio "Arena Kazaan", em Cazã, na Rússia, transmitindo a partida entre Brasil e Bélgica.

Pois bem, tentarei ser o mais didático e objetivo possível. Ao falar no microfone do grupo Band de Rádio, a voz de José Silvério virará um sinal de áudio que viajará pela internet de várias formas (cabo, microondas, satélite, etc) em "pedacinhos" chamados de pacotes, por meio de um sistema de "streaming", até a sede da emissora em São Paulo. Como o tamanho dos arquivos são pequenos e a velocidade da internet é bem rápida, o seu sinal chega quase que instantaneamente ao Brasil, com um "atraso" insignificante.

Como a transmissão da rádio para os receptores (aparelhos de rádio, smartphones, etc) é feita diretamente, então ouvimos o que acontece na longínqua Cazã ao vivo. Nas demais redes de rádio, em que os locutores transmitem direto dos estádios russos, o processo é bem semelhante.

Com a televisão o processo é um pouco mais complexo porque ainda depende do uso sistema de satélites que estão há 36 mil km acima de nossas cabeças. O sinal da TV Globo gerado direto da Arena Kazaan - ou de qualquer outro lugar do mundo - "viaja" milhares de quilômetros até chegar a sede da rede, no Rio de Janeiro. 


Quem mora e assiste à Globo na capital fluminense não vai perceber tamanho "delay" porque os sons e as imagens vindas da Rússia vão diretamente para o seu televisor pelas antenas instaladas no alto do Morro do Sumaré. Entretanto para que o grito de gol de Galvão Bueno seja ouvido em São Paulo - e no restante do Brasil - este mesmo sinal tem de subir 36 mil km até um canal de satélite da emissora e ser mandado de volta, desta vez  para as emissoras afiliadas, e dali ser enviado para as casas dos telespectadores. Esse processo de subida e descida do sinal causa um  atraso que pode variar de 3 até 6 segundos.

Para quem acompanha pela internet, o atraso se verifica entre as imagens da televisão e o áudio da rádio. E é ainda maior porque o sinal tem de ir até o computador do internauta por meio de mais um link que, dependendo de onde ele se encontra, pode demorar mais de um minuto de diferença.

Portanto, amigo ouvinte, prefira o Rádio na hora da informação. Você fica sabendo tudo antes nele, não é mesmo?

terça-feira, 26 de junho de 2018

Ministério das Comunicações é contra projeto que aumenta a potência das rádios comunitárias


O Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) divulgou, nesta segunda-feira (25), uma nota técnica contrária à aprovação do Projeto de Lei do Senado 513/2017, que aumenta a potência das emissoras de rádio Comunitárias e reserva três canais de frequência para o serviço.

De acordo com o parecer do MCTIC, o projeto é “uma ameaça ao delicado equilíbrio de distribuição de canais no espectro radioelétrico".

O Ministério afirma que para a viabilidade técnica do aumento de potência das comunitárias, será necessária a observação de um espaçamento mínimo de 18 km entre as estações, para evitar interferências prejudiciais e, até mesmo, a interrupção total do serviço, o que reduz significativamente a quantidade de rádios comunitárias em cada município.

Para o MCTIC, a proposta de ampliar o alcance das rádios comunitárias e destinar três canais para o serviço, não é o arranjo mais eficiente para o emprego desse bem público. “Caso as associações comunitárias queiram atingir um maior número de ouvintes, elas podem participar de um processo licitatório para outorga de uma rádio comercial, ou de um processo seletivo para rádio educativa, seguindo, depois, o respectivo regime jurídico de cada serviço”, diz a nota.

A ABERT está mobilizando o setor contra a aprovação do projeto. O diretor-geral da entidade , Cristiano Lobato Flores, afirmou, em entrevista à Rádio Jovem Pan, que conta com a sensibilidade dos senadores para que o tema seja mais debatido e disse que “o projeto, no seu texto atual, é inconstitucional”.

Segundo Flores, “os efeitos da proposta transformariam as emissoras comunitárias em emissoras comerciais. O raio de cobertura de uma potência de 300W é quase o mesmo de uma emissora classe C comercial. A nossa contrariedade é que ele cria um evidente desvio de finalidade”.

A Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL) também se manifestou contra o projeto. Segundo a Agência, não há dúvidas de que o texto atual do projeto de lei é tecnicamente frágil, o que torna indispensável maior debate sobre o tema. Se aprovado, diz a ANATEL, “as interferências serão a regra e não a exceção”. (Portal Abert)

sábado, 23 de junho de 2018

Márcio Bernardes vence prêmio Landell de Moura de Radiojornalismo


O apresentador da Rádio Transamérica de São Paulo Márcio Bernardes foi o vencedor do Prêmio Landell de Moura de Radiojornalismo, na categoria de melhor âncora. Bernardes é um dos principais jornalistas do segmento esportivo e está na emissora há 18 anos, onde atua como comentarista e apresentador do programa "Debate Bola". Ele concorreu com Ricardo Boechat (Rádio Band News) e Tatiana Vasconcelos (Rádio CBN).

"É uma honra esse reconhecimento. Especialmente em uma cidade onde estão os maiores âncoras do rádio brasileiro, de quem também sou ouvinte e fã. Atribuo esse resultado ao prestígio da Rádio Transamérica e à fantástica equipe de esportes que eu participo", disse Bernardes diretamente da Rússia, onde faz a cobertura da Copa do Mundo FIFA 2018 pela emissora.

O prêmio Landell de Moura de Radiojornalismo, uma iniciativa do portal Jornalistas&Cia, reconhece profissionais e programas do radiojornalismo paulistano. Os vencedores foram anunciados durante cerimônia na noite desta quarta-feira, dia 20, em São Paulo (SP). Também foram premiados profissionais em outras três categorias repórter, comentarista e programa, que receberam o Troféu Ondas Landelliana, de autoria do designer Nelson Graubart.





quinta-feira, 21 de junho de 2018

Oxydance reestreia mais uma vez no dial paulistano em julho. E aí, agora vai?

No ar há quase 30 anos, o programa Oxydance, produzido e apresentado por Carlinhos Oliveira, está mais uma vez de volat ao dial paulistano, dessa vez pela Estilo FM, ex-Mitsubishi FM, e ex-outras-emissoras-FM, a partir do dia 2 de julho, anuncia a página do programa nas redes sociais.

Trata-se de um verdadeiro "herói da resistência", cujo o público, em vez de diminuir, está aumentando cada vez mais. Tudo por causa da atual situação da música pop mundial produzida atualmente, que é cada vez pior e que faz com que o público jovem procure cada vez mais programas especializados em sons dos anos 70, 80 e até 90.

Para quem gosta do estilo e da "Estilo 92,5" como é o caso desse que vos escreve, é uma notícia alissareira. Trata-se de mais uma opção no dial e na internet, de qualquer maneira. Ainda mais que ultimamente, o produtor vinha aprimorando cada vez mais o conteúdo, convidando veterenos profissionais d rádio dessas épocas para contar suas histórias e "causos", estratégia essa que começou a ser adotada quando a atração fora veiculada na USP FM. Espero que continue nessa linha, até porque serão 52 horas mensais de programa. Haja conteúdo!!!!

Da última vez que estave no ar, o Oxaydance espalhava o seu som nas ondas da Transcontinental FM de Mogi das Cruzes. Durou pouco tempo lá. Creio que tenha sido por falta de anunciantes, que bancassem o patrocínio, ou algo semelhante.

É o pior pesadelo de qualquer radiodifusor, grande ou pequeno, acredite. Nosso mercado radiofônico ainda está na idade do rádio de galena da pedra lascada", em termos de comercialização e patrocínio. As rádios dizem que a culpa é das agências que nunca valorizaram o veículo como ele merece porque remunera e esse pouco, diferentemente da televisão aberta; as agências de publicidade, segundo esta coluna apurou, dizem que a culpa é do mercado radiofônico porque a maioria dos radiodifusores não agem com profissionalismo e não entregam o voulme de mídia contratado. Isso é uma desculpa esfarrapada. Diferentemente da televisão, o rádio está presente 24 horas por dia na vida do ouvinte e também do internauta. Hoje pode se ouvir qualquer emissora do mundo direto do seu aparelho celular. As grandes emissoas possuem um sistema de comercialização absolutamente impecável; as de médio e pequeno porte  - e até as rádiosweb mais bem estruturadasjá estão chegando a esse nível. E como é que rádio não funciona como mídia comercial?

Ainda si, uma coisa me preocupa: A Estilo FM já está no ar há quase seis meses sem nenhum anunciante sequer. A menos que o Oxydance represente uma virada nessa incômoda situação, Como o programa e a emissora vão se sustentar. Será que eles irão muito longe, sem suporte comercial? É esperar para ver (e ouvir).

terça-feira, 19 de junho de 2018

Jornal Jovem Pan traz as principais das notícias de economia, finanças e negócios no meio da tarde


Uma ótima opção de notícia entre o segundo e o terceiro "horários nobres" do rádio em São Paulo. Sem dúvida é o "Jornal Jovem Pan", da Rede Jovem Pan News. Comandada pela comentarista e apresentadora Denise Campos de Toledo, com a participação dos repórteres e correspondentes da Jovem Pan em todo o país, a emissora fala de um modo simples e descomplicado sobre os assuntos que Denise domina: economia, mercado financeiro e o mundo dos negócios.


Mas engana-se quem pensa que se trata de um jornalístico que fala apenas do mercado financeiro  e investimentos. O conteúdo do jornal vai fundo em questões econômicas do dia-a-dia, através de entrevistas ao vivo e notas exclusivas, sem perder de vista os principais fatos da "hora que passa" em São Paulo, no Brasil e no mundo.



O único "problema" da atração, a meu ver, é ele não ser veiculado também no canal de FM (100,9 MHz) aqui de São Paulo, o que facilitaria muito a audição daqueles que nessa hora do dia não têm como ouvir a Jovem Pan AM ou acessar a internet. Creio que isso logo será resolvido, assim que sair a autorização para a Pan transmitir na faixa estendida (76,1 MHz a 87,7 MHz) a ser implanta em breve na capital paulista. Quem sabe assim ele também ganharia mais uma hora, não é mesmo?

Jornal Jovem Pan
De segunda a sexta-feira
Das 14h às 15h
Rede Jovem Pan News
http://www.jp.com.br



quarta-feira, 13 de junho de 2018

Bandeirantes investe na cobertura da Copa 2018, mas ainda tem muito a aprender sobre internet


Se a Band TV, ao que parece, ainda não bateu o martelo quanto a cobertura da Copa 2018, o mesmo não acontece com o Grupo Band de Rádio. Querendo repetir o sucesso que fez na cobertura das Olimpíadas 2016, as emissoras comandadas por Johnny Saad estão fazendo o que se espera de um grande grupo de mídia em eventos deste tamanho.

Ao contrário do que fizeram dois anos atrás, em que usaram a Band News FM, a Rádio Bandeirantes e extinta Bradesco Sports FM, para o mundial da Rússia todas as emissoras foram "convocadas" para a transmissão dos jogos, inclusive as musicais Band FM, Nativa FM e a também jornalística Rádio Trânsito.

E mais: a presença nas redes sociais e na internet promete ser intensa. De hora em hora, um dos membros da equipe de 15 profissionais enviados à sede da Copa aparece ao longo da programação de alguma das rádios para trazer notícias direto de Moscou ou de onde a Seleção Brasileira estiver. Os programas voltados para o mundial podem ser vistos, ouvidos e revistos tanto pelo Facebook, como pelo Youtube.

Desta maneira, o Grupo Band diminui a diferença que os separava de outras emissoras na web, como a Jovem Pan News e o canal de vídeo da Super Rádio Tupi. Este analista aposta que, esta Copa de 2018, é a "senha" que fará com que a Rádio Bandeirantes comece a brigar de igual para igual com a "arquirrival" Jovem Pan que, em termos de presença nas principais redes sociais, está há anos luz das emissoras do Morumbi. A emissora capitaneada por Tutinha, em algumas ocasiões ultrapassou a marca de 80 mil internautas assistindo a sua transmissão apenas pelo You Tube, durante a cobertura jornalística em áudio e vídeo, ao longo de mais de 12 horas, do dia 6 de abril último, em que seus repórteres acompanharam "in loco" a prisão do ex-presidente Lula por sua condenação no processo da "Lava Jato".

Ainda sim, mesmo sendo uma corporação que inclui vários canais de televisão, o grupo Band ainda tem muito o que aprender em termos de transmissão de imagens pelas redes sociais na internet com um certo Nilton Travesso, "o mago do vídeo" da Jovem Pan. Na edição de ontem o programa "De Primeira", da Bandeirantes foi visto por apenas 236 internautas pelo You Tube, ao passo que "Esporte em Discussão", é assistido ao vivo em média por 15 mil pessoas na mesma plataforma pelo canal da Pan Sports.








sábado, 9 de junho de 2018

"Early in the Morning": A Rádio USP FM tem música e notícia nas primeiras horas do dia


Uma alternativa para quem acorda cedo, liga o rádio e precisa ficar bem informado das principais notícias da hora que passa, mas que não quer abrir mão de ouvir a boa música brasileira de ontem, de hoje e de sempre. Sob o comando do radialista, ator e dublador Gilberto Rocha Júnior, o "Rochinha", filho de um saudoso grande nome do rádio que dispensa explicações, o "Memória Musical / USP Manhã", cumpre com louvor a missão de informar e entreter com rapidez e precisão, como requer a vida agitada de quem mora em São Paulo.




Infelizmente, a Rádio USP não disponibiliza mais em toda a programação forma de podcast para ser ouvida posteriormente, o que é uma pena. Mas não é por isso que você vai deixar de ouvir o "Jornal do Rochinha", não é mesmo? Basta entrar no site da emissora ou baixar o seu aplicativo na loja do android, ok? (Clique ou toque na imagem abaixo)



Experiência e sabedoria de Fernando Jorge brilham nas ondas da Rádio Bandeirantes


O escritor e jornalista e colaborador de nosso blog Fernando Jorge teve uma entrevista sua recentemente veiculada no "Jornal Gente - especial de Sábado", da Rádio Bandeirantes. E como não poderia deixar de ser, deu uma verdadeira aula de história do Brasil, sobretudo quando falou de Santos Dumont, personagem da vida nacional retratado em seu mais recente livro, lançado pela editora Haper Collins. Amigo de longa data dos apresentadores Salomão Esper e José Paulo de Andrade, Fernando Jorge ainda deu uma pequena aula de como o trabalho de investigação jornalística deve ser conduzido a contento. Convido o prezado leitor a acompanhar na íntegra esse verdadeiro bate-papo entre "titulares da notícia" no player abaixo.



Saiba mais sobre o escritor em - http://www.fernandojorge.com

segunda-feira, 4 de junho de 2018

Billboard lista os 50 melhores hinos LGBTs

Junho é considerado o mês do orgulho LGBT, tanto que é neste mês que acontecem diversos festivais e eventos para celebrar e conscientizar as pessoas. E é claro que a indústria musical não ficaria de fora.

Em comemoração, a Billboard publicou uma lista dos 50 melhores hinos que de alguma forma marcaram a comunidade LGBT. Misturando artistas clássicos, como Madonna, ABBA, Queen, Gloria Gaynor, Cyndy Lauper e Cher, o ranking também traz um toque jovial.

Lady Gaga, P!ink, Katy Perry, Kylie Minogue, Kelly Clarkson, Christina Aguilera e Lily Allen entram para o grupo com sucessos que, de alguma forma, representam uma mensagem importante sobre o tema. A lista é bem diversificada e contempla todos os gostos musicais. (Fonte: Papel Pop)

Confira a lista completa:

1. “I’m Coming Out,” Diana Ross, 1980
2. “Born This Way,” Lady Gaga, 2011
3. “I Will Survive,” Gloria Gaynor, 1978
4. “True Colors,” Cyndi Lauper, 1986
5. “Beautiful,” Christina Aguilera, 2002
6. “Constant Craving,” k.d. lang, 1992
7. “Let’s Have a Kiki,” The Scissor Sisters, 2012
8. “Don’t Leave Me This Way,” Thelma Houston, 1976
9. “True Trans Soul Rebel,” Against Me!, 2014
10. “Vogue,” Madonna, 1990*
11. “Closer to Fine,” Indigo Girls, 1989
12. “Sissy That Walk” by RuPaul
13. “You Make Me Feel (Mighty Real),” Sylvester, 1978
14. “Relax,” Frankie Goes To Hollywood, 1983
15. “Over The Rainbow,” Judy Garland, 1939
16. “Take Me Or Leave Me,” ‘Rent,’ 1996
17. “Keep On Livin,” Le Tigre, 2001
18. “If I Could Turn Back Time,” Cher, 1989
19. “Raise Your Glass,” P!nk, 2010
20. “Y.M.C.A.,” Village People, 1978*
21. “Freedom! ‘90,” George Michael, 1990
22. “I Am Her” by Shea Diamond, 2016
23. “A Little Respect,” Erasure, 1988
24. “Got To Be Real,” Cheryl Lynn, 1978
25. “Bloom” by Troye Sivan, 2018
26. “Smalltown Boy,” Bronski Beat, 1984
27. “Take Me I’m Yours,” Jobriath, 1973
28. “LGBT” by CupcakKe, 2016
29. “Ima Read,” Zebra Katz (feat. Njena Reddd Foxxx), 2012
30. “Raise You Up/Just Be,” ‘Kinky Boots,’ 2012
31. “What I Need” by Hayley Kiyoko (featuring Kehlani), 2018
32. “Rebel Girl,” Bikini Kill, 1993
33. “The Origin of Love,” ‘Hedwig and the Angry Inch,’ 1998
34. “All The Lovers,” Kylie Minogue, 2010
35. “We Are Family,” Sister Sledge, 1979
36. “Finally,” CeCe Peniston, 1992
37. “Come To My Window,” Melissa Etheridge, 1993
38. “Firework,” Katy Perry, 2010
39. “I Want to Break Free,” Queen, 1984
40. “People Like Us,” Kelly Clarkson, 2012
41. “Dancing Queen,” ABBA, 1976
42. “Brave,” Sara Bareilles, 2013
43. “Fuck You,” Lily Allen, 2009
44. “Boys Keep Swinging,” David Bowie, 1979
45. “Dancing On My Own,” Robyn, 2010
46. “Follow Your Arrow,” Kacey Musgraves, 2013
47. “It’s Raining Men,” The Weather Girls, 1982
48. “Go West,” Pet Shop Boys, 1993
49. “Heavy Cross,” Gossip, 2009
50. “Grace Kelly,” Mika, 2007

domingo, 3 de junho de 2018

Conheça a história da Rádio Nacional AM de Brasília que completa 60 anos no ar


Criada em 1958 com a a finalidade de apoiar a construção de Brasília e servir como meio de comunicação para os trabalhadores que estavam construindo a nova cidade, a Rádio Nacional de Brasília completa 60 anos no dia 31 de maio. Durante essas seis décadas, a história da emissora se confunde com a história do Brasil e da capital federal.

A Rádio noticiou em primeira mão, uma série de fatos importantes que marcaram o país, como a tomada de poder pelo Golpe Militar em 1964, a volta à democracia, as notícias da Constituinte, entre tantos outros. De lá para cá, a informação é a marca registrada da emissora, assim como, a prestação de serviços de utilidade pública. Recentemente, inaugurou uma nova fase do seu radiojornalismo, com entrevistas e análises.

Durante todos esses anos, programas famosos se consolidaram ao longo da programação da rádio. No ar desde 1986, o Revista Brasil tem como foco a notícia e foi concebido para mudar a forma de fazer rádio no Brasil. Já o Viva Maria é referência na luta pelos direitos das mulheres há mais de 30 anos. As crianças também tem espaço cativo na programação da Rádio Nacional, atualmente por meio do programa Mambembeiro, que explora a arte circense e o artista de rua. E a cobertura esportiva é um dos destaques da rádio, que coleciona transmissões marcantes como Copa das Confederações, Olimpíada, Copa do Mundo, além de campeonatos estaduais e brasileiro.

Mas nem só de informação e esporte é feita a programação da emissora. Por meio das ondas da Nacional, muitas histórias e vidas se cruzaram. Famílias se reencontraram e casais foram formados. São muitos encontros de amor promovidos pela Rádio.


Para que todo o conteúdo seja produzido e veiculado com qualidade, cerca de 125 pessoas fazem a Rádio Nacional todos os dias. Jornalistas, produtores, editores, locutores, operadores, apresentadores, programadores musicais e sonoplastas se dedicam diariamente a levar informação de qualidade aos ouvintes. Conheça um pouco da história de quem bota no ar a voz que você ouve. Desse total, as mulheres representam aproximadamente 67,2% da força de trabalho da Rádio Nacional e assumiram funções anteriormente ocupadas apenas por homens, como na área de operação de áudio. (Agência Brasil)

Ouça a reportagem sobre os 60 anos da Rádio Nacional de Brasília em podcast - http://bit.ly/2J8XJ4Y

quinta-feira, 31 de maio de 2018

Jornalista e apresentador da Rádio Jovem Pan lança “Biografia das Copas”


O jornalista Thiago Uberreich, apresentador do "Jornal da Manhã", da Rádio Jovem Pan, vai lançar no próximo dia 12 de junho, em São Paulo, um livro que de fato é muito curioso. Trata-se da "Biografia das Copas", publicado pela Onze Cultural.

Na obra, o autor promete resgatar passagens históricas, oferecendo ao leitor um cenário de cada mundial, de 1930 a 2014. Além de relatar o que aconteceu em cada torneio, seu contexto político e histórico, o livro expõe fichas dos jogos do Brasil, um resumo das partidas das demais seleções e, a partir de 1970, o início da transmissão ao vivo pela TV.

O objetivo é mostrar ao leitor o que acontecia no Brasil e no mundo na época em que esses campeonatos eram realizados: “A intenção é de que o leitor faça uma viagem no tempo. Normalmente, lemos biografias de pessoas. Mas é perfeitamente possível biografar eventos que mexem conosco, como a Copa do Mundo, o torneio esportivo mais assistido do planeta – a final da última Copa foi vista por 1 bilhão de pessoas”, afirma Uberreich.

Aficionado por Copas - Mesmo não atuando especificamente no jornalismo esportivo, Thiago se confessa um "fanático" em Copas do Mundo: “Na época da Copa de 1990, ainda com 13 anos, comecei a colecionar material relativo aos mundiais. Ganhei dos meus pais o primeiro livro que li sobre o assunto. Era uma obra pequena, escrita pela jornalista Solange Bibas: ‘As Copas que ninguém viu’ contava os bastidores dos mundiais de 1930 a 1978. Apesar de defasado, ainda era vendido em livrarias, às vésperas da Copa de 1990. A partir daí, nunca mais parei de colecionar material sobre futebol”, conta Uberreich.

O jornalista é, ainda, um inveterado colecionador de imagens de futebol: “Tenho guardados todos os jogos na íntegra de 1966 (Inglaterra) até hoje. Antes daquele mundial, eram raras imagens de jogos completos, mas os poucos que existem tenho em meu acervo”. O material foi fundamental para escrever “Biografia das Copas”.

Prefácio de Mauro Beting - “Biografia das Copas” tem prefácio do amigo e colega de Rádio Jovem Pan, o comentarista esportivo Mauro Beting: “Thiago é um Cafu que faz tudo e muito bem. Parece estar em todos os lugares. Ou sabe onde procurar. Traz não só uma sinopse bem observada e condensada de cada partida como a cobertura da mídia brasileira em cada torneio. Resgata manchetes e consegue nos projetar naqueles meses que ficam por toda a vida com a gente”.


Livro: “Biografia das Copas”
Autor: Thiago Uberreich
Editora: Onze Cultural 
Lançamento: 12 de junho de 2018
Horário: 18h
Local: Livraria Cultura do Conjunto Nacional - Avenida Paulista, 2.073, São Paulo.

Jovem Pan e Bandeirantes relembram carreira do jornalista Audálio Dantas, morto aos 88 anos


O jornalista Audálio Dantas morreu na tarde desta quarta-feira (30), aos 88 anos, no Hospital Premier, em São Paulo. Ele lutava contra um câncer de intestino desde 2015, quando foi operado; a doença atingiu fígado e pulmões e ele teve de ser internado em abril no centro médico. Deixa mulher, quatro filhos e netos.

O velório acontece a partir das 22h desta quarta no Hospital Premier (Av. Jurubatuba, 481 – Vila Cordeiro) e prossegue na quinta, a partir das 11h, no Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo (Rua Rego Freitas, 530 – Vila Buarque). Segundo sua família, o corpo será cremado.
Dantas foi presidente do Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo em 1975, ano do assassinato do jornalista Vladimir Herzog. Foi um dos responsáveis por denunciar que Herzog foi torturado e morto no DOI-CODI --o que contrariava a versão oficial do governo, de suicídio. Deixou o cargo em 1978, ano em que foi eleito deputado federal.

Carreira jornalística - Alagoano de Tanque D’Arca, Audálio começou sua carreira jornalística em 1954, como repórter do jornal “Folha da Manhã” (atual “Folha de S.Paulo”). Cinco anos depois, foi para a revista “O Cruzeiro”, onde foi redator e chefe de reportagem.

Também trabalhou em diversas publicações da Editora Abril, entre elas “Quatro Rodas”, “Veja” e a prestigiada “Realidade”. Foi chefe de redação da revista “Manchete” e editor da “Nova”.

Em 1981 recebeu o Prêmio de Defesa dos Direitos Humanos da ONU por sua atuação em prol da defesa dos direitos humanos. Em 1983, foi presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj).
Foi diretor-executivo da revista Negócios da Comunicação, da Editora Segmento MC, de junho de 2008 a dezembro de 2014, quando passou a dedicar-se à produção de eventos culturais.

Lançou diversos livros, entre eles "As duas guerras de Vlado Herzog", em que conta como o jornalista foi vítima dos nazistas na Iugoslávia, nos anos 1940, e das forças de repressão da ditadura militar brasileira. (Fonte: Portal G1)

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Talvez o amigo leitor não saiba ao certo quem fora Audálio Dantas. Mesmo tendo trabalhado apenas no meio impresso, sua atuação política foi fundamental na consolidação da liberdade de expressão na imprensa brasileira, inclusive no radiojornalismo moderno.

Não é à toa que José Paulo de Andrade, na Bandeirantes, além de anunciar o triste passamento do colega já nas primeiras horas em "O Pulo do Gato", recordou sua liderança como presidente do sindicato dos jornalistas durante a década de 1970, no período do governo Geisel.

Na Jovem Pan, Marco Antonio Villa, relembra uma reportagem feita pelo ex-presidente do sindicato, que deu origem ao livro "Quarto de Despejo", de Carolina Maria de Jesus, e que se tornou um clássico da literatura brasileira do século 20. O companheiro de Villa no "Jornal da Manhã", o decano Joseval Peixoto, relembrou a greve dos jornalistas de 1961, que resultou na regulamentação da profissão e teve em Audálio Dantas um dos principais líderes. (Veja o comentário de Joseval Peixoto e Marco Villa neste link - https://youtu.be/t1eS_uCP4ls?t=35m44s

segunda-feira, 28 de maio de 2018

Rádio Transamérica apresenta campanha para a Copa do Mundo da FIFA Rússia 2018

A Rádio Transamérica FM já está pronta para a Copa do Mundo da FIFA Rússia 2018. Detentora dos direitos de transmissão do torneio de futebol mais importante do planeta, a emissora, número um em audiência esportiva, apresenta a campanha publicitária “Transamérica Com a Bola Toda”. A ação destaca a cobertura diferenciada para o mundial liderada pelo narrador Eder Luiz, responsável pelo departamento de Esportes da Transamérica.

Com criação da YouCreate Colaborativa, primeira agência colaborativa do País e que assumiu a conta da emissora recentemente, a publicidade traz o mote #ComABolaToda e posiciona a Rádio Transamérica como líder de transmissão esportiva não apenas nos rankings de audiência, mas também na programação diferenciada e qualidade de cobertura. Para o Mundial está sendo preparada uma programação exclusiva, com mais de 10 horas diárias apenas de futebol.

 “Desenvolvemos uma campanha que mostra ao mercado e aos ouvintes uma Transamérica madura e pioneira na transmissão esportiva no Rádio FM. E o gancho da Copa do Mundo foi perfeito, pois conseguimos destacar a forte atuação da emissora neste grande evento que é o Mundial da FIFA”, explica Flávio Ferreira, sócio-diretor da YouCreate. Com cobertura nacional, as peças serão veiculadas na mídia impressa, online, out of home, TV a cabo e cinema.

Cota de patrocinadores - A Rádio Transamérica já fechou abril com 100% das cotas de patrocínio comercializadas para a Copa do Mundo FIFA Rússia 2018. “Em fevereiro já tínhamos fechado 80% das cotas. Preparamos um Planejamento de Comunicação diferenciado, oferecendo aos anunciantes um plano de mídia com grande cobertura, possibilitando retorno maior junto ao público-alvo do projeto”, diz Eder Luiz, responsável pelo departamento de Esportes da Transamérica.

Ainda de acordo com o narrador, os anunciantes também buscam no rádio prestação de serviço e conteúdo diferenciado, assim como os ouvintes. “Embalamos os patrocínios de maneira diferente e extremamente criativa, traduzindo em resultados efetivos de exposição da marca dos anunciantes”, enfatiza.

A emissora é pioneira e trouxe pela primeira vez para o Rádio FM as transmissões esportivas em formato diferenciado, com linguagem irreverente, descontraída, bem humorada e uma equipe de profissionais com credibilidade.

A Transamérica levará a maior equipe de cobertura de rádio para o Mundial. Sob o comando de Eder Luiz, no total serão 12 profissionais altamente qualificados e reconhecidos no jornalismo esportivo do País transmitindo informações e os jogos diretamente da Rússia.

Esquenta: sob o comando de Thomaz Rafael, o “Transamérica Esportes”, no ar todo sábado, das 12h às 13h, apresenta programação e informações totalmente exclusivas da preparação para o torneio de futebol mais importante do planeta. (Rádio Base Web)

segunda-feira, 21 de maio de 2018

Transamérica convoca torcidas a se unirem por um mesmo time, o da Paz


Em nome da boa convivência e pelo fim da violência no futebol, a Rádio Transamérica, líder de audiência no segmento esportivo, convoca todas as torcidas brasileiras a se unirem por um mesmo time, o da paz. O apelo virou campanha, que chega a sua segunda edição, e ganhou o nome de "Time da Paz". O desenvolvimento das peças ficou por conta da YouCreate Colaborativa, primeira agência colaborativa do País e que assumiu a conta da emissora recentemente.

A publicidade levanta a bandeira da tranquilidade nos estádios e ruas do País e traz as assinaturas "Quem respeita o rival fica com a bola toda" e "Quem torce com inteligência, não tabela com a violência". A campanha terá veiculação na mídia impressa, online e forte divulgação durante a programação da Rádio Transamérica. Nos spots, grandes nomes do esporte e do entretenimento dão recados às torcidas incentivando a boa convivência, deixando a rivalidade apenas no campo.

"Queremos conscientizar nossos ouvintes a apreciarem os grandes jogos e respeitarem as diferenças dentro e fora dos estádios. É um trabalho para resgatar a arte do futebol e o clima de alegria, emoção e respeito", enfatiza o narrador Eder Luiz, responsável pelo departamento de Esportes da Transamérica. (Portal Rádio Base Web)



quinta-feira, 17 de maio de 2018

Luto no Rádio: morre Gleides Xavier


Faleceu na madrugada desta quinta-feira (17) a locutora da 105 FM Gleides Xavier.  Uma excelente comunicadora, carismática e ativista do samba, Gleides apresentava um dos principais programas da emissora, o “Roda de Samba”. 

Ela estava internada desde o começo do mês, em estado grave, com pneumonia e uma bactéria resistente, no Hospital Leforte, em São Paulo. Os pulmões da radialista estavam comprometidos e ela foi mantida entubada para tratamento no hospital.  

Os locutores e ouvintes da emissora ficaram em estado de choque, além de vários artistas de samba e pagode que destacaram o profissionalismo e o carisma da locutora. Recentemente  a 105 FM perdeu também  o apresentador Maurício Oliveira. O diretor da emissora, Sérgio Pinesi, disse que foi mais uma grande perda para todos. "Gleides era considerada uma pessoa de alto astral, alegre e contagiante". (Do "Blog Cheni no Campo" - http://cheninocampo.blogspot.com.br )


segunda-feira, 7 de maio de 2018

Nova obra fala dos amores e do trágico fim de um herói brasileiro: Santos Dumont

A editora Happer Collins está lançando no Brasil aquela que está sendo considerada a biografia definitiva de um grande inventor e empreendedor brasileiro: Santos Dumont. Escrito pelo jornalista e ensaísta Fernando Jorge, conhecido pelas biografias de Getúlio Vargas (Getúlio Vargas e o seu tempo), Olavo Bilac (Vida e poesia de Olavo Bilac) e o premiadíssimo O Aleijadinho - Sua vida, sua obra, sua época, seu gênio. O livro retrata pontos obscuros de sua tumultuada e interessante vida. Santos Dumont flertou com as mais belas moças da alta sociedade de sua época, mas sempre dizia que não queria deixar uma viúva.

Ele sabia que com sua audácia punha a vida em risco – escapou de diversos acidentes –, mas dizia que “viver sem perigo não é viver”. Fernando Jorge sustenta que Santos Dumont sofria de esclerose múltipla, o que explicaria sua posição ambígua (ora apoiava, ora condenava) diante do uso bélico do avião. O homem que havia conseguido harmonizar “prudência e ousadia” estava com os “nervos destroçados” quando se enforcou no dia 23 de julho de 1932, num hotel no Guarujá. A divulgação de seu ato de desespero foi proibida pelo então governador de São Paulo, Pedro de Toledo: “Não haverá inquérito, Santos Dumont não se suicidou”. 

Santos Dumont foi chamado de “bandeirante dos ares” por Thomas Edison, o inventor da lâmpada elétrica. Para o poeta Salomão Jorge, que sugeriu o título do livro ao filho Fernando, Santos Dumont parecia, nas ruas de Petrópolis, “um duende exilado que tivesse feito travessuras nas nuvens”. Filho de Henrique Dumont - “O Rei do Café” -, que distribuiu a fortuna entre os filhos em vida, Santos Dumont trabalhava sem interesse econômico. O que ele mais queria era popularizar a aviação e abriu mão da patente de seus inventos, desde os balões dirigíveis, o 14-bis e o Demoiselle. Quando ganhou o Prêmio Deutsch, doou o dinheiro a operários, mecânicos e a pobres de Paris.  

Fernando Jorge narra neste livro a vida e as obras de Santos Dumont, uma das maiores personalidades da aviação mundial e um herói do imaginário brasileiro. Esta que é a biografia definitiva do inventor mineiro retrata sua trajetória com abrangência e extensa pesquisa, além de um belo projeto gráfico repleto de fotografias históricas. (José Antonio Martinez)


Ouça o podcast aqui:


Minidocumentário retrata nova biografia sobre Santos Dumont


ou

sexta-feira, 4 de maio de 2018

Apresentador e radialista Luiz Gasparetto morre aos 68 anos


Morreu nesta quinta-feira (3), aos 68 anos, o apresentador, médium, escritor e terapeuta espiritual Luiz Gasparetto. Ele revelou que sofria de câncer de pulmão em fevereiro deste ano. A morte foi divulgada na página de Gasparetto no Facebook."Luiz Gasparetto, o homem que deixa na Terra, seu legado de espiritualidade. Foram mais de 30 livros publicados, milhares de palestras em diversas cidades do mundo, muitas vidas e corações tocados por seus ensinamentos, e ele gostaria que você se lembrasse de que, melhorar o mundo, começa com a melhora de si mesmo. Faça acontecer! No mundo espiritual, tudo tem começo e meio. O fim só existe, para quem não percebe o recomeço. Nosso espírito é eterno. Feliz recomeço, Gaspa!", diz a publicação.

Filho da escritora Zibia Gasparetto, 91, e que também está internada, Luiz Antonio Alencastro Gasparetto apresentou na RedeTV! o programa "Encontro Marcado", com brigas familiares que ele tentava solucionar. A atração foi ao ar entre 2005 e 2008.Também apresentou um programa sobre paranormalidade na Rede Bandeirantes nos anos 1980. Seu último trabalho na mídia foi como apresentador de seu próprio programa semanal na Rádio Mundial de São Paulo, de 1993 até 2014.

Com quase cinco décadas de experiência, Gasparetto começou a carreira aos 13 anos, quando apareceram os primeiros sinais de mediunidade. Ele publicou mais de 30 livros relacionados a espiritualidade e autoajuda e vendeu mais de 1 milhão de exemplares, segundo seu site oficial.

Em fevereiro, Gasparetto revelou lutar contra um câncer no pulmão. Em vídeo publicado no Facebook, reapareceu mais magro, desabafou sobre a "escuridão" que trouxe a doença e disse não ter medo da morte. "Não estou triste nem abatido. Estou diagnosticado fisicamente com câncer no pulmão. Eu não tenho medo de morrer, porque convivo com fantasmas o dia inteiro, como vou ter medo de morrer? A única coisa é essa escuridão na minha vida, que me apareceu tão forte e me desafia. Muda tudo. Você reavalia tudo: a comida, como as pessoas agem, meu trabalho, meu amanhã", afirmou.

"Morrer não significa que essa escuridão não vai seguir comigo. Morrer não é a solução. Deixei de alguma forma minha ignorância penetrar em mim um ressentimento, por exemplo. Não tanto com pessoas, mas com a vida", continuou o apresentador, que disse ter tomado até morfina para aliviar as dores. Brincalhão, ele chamou o tratamento de "chiquérrimo".

"Não tenho medo de morrer, mas claro que não quero a dor. Hoje, entendi que não. Quanto mais entendi que não, mais a dor foi embora. Vocês sabiam que eu não estou com nenhuma dor nem estou tomando remédio? Porque já tomei até morfina nessa coisa toda. É chiquérrimo tomar morfina, nunca tinha tomado, tão incrível o poder, mas é uma droga terrível. Ela aplaca a dor. É uma experiência incrível, mas ao mesmo tempo é estar ali completamente sem poder, completamente dependente, impotente", descreveu.

Gasparetto negou sentir culpa pela doença: "Percebi que não estava errado amar, mas os canais com que eu expressava o amor. Você tem que esperar ter um câncer como eu para voltar a reassumir a sua alma como ela é e rever esse seu canal? Eu estou nesta prova. A coisa é séria, viu? Não brinca com isso, não. Também não brinquei, fiz o que eu sabia. A culpa só piora, deprime, deplora. Culpa é escuridão, não é luz. Mas não percebia que eu alimentei minha escuridão, ficou preta, sólida aqui dentro. Eu a vi quando vi a chapa do pulmão esquerdo cobrindo o coração. Ficou real. Eu a fiz ficar real". (Folha de Pernambuco)

quinta-feira, 3 de maio de 2018

Artigo: "Você é 'unhafobo', amigo leitor?", por Fernando Jorge


O sábio suíço Dufour descobriu que a unha do dedo mínimo cresce menos rapidamente do que as dos outros dedos, e que as dos polegares são as que se desenvolvem mais depressa.

Conforme certos psicólogos, talvez superarrojados nos seus métodos deduzidos, as unhas rosadas e fortes perten¬cem aos indivíduos sadios, as largas e rentes aos tenazes e arrebatados, as vermelhas aos perversos e vingativos, as pequenas e redondas aos ciumentos, as aduncas aos soberbos e cúpidos, as sujas e mal cuidadas aos negligentes e inquietos, as longas e chatas aos tímidos e meditativos, as curtas e roídas aos estúpidos ou libertinos, as longas e delgadas aos preguiçosos e aos estetas...
As siamesas tem por hábito deixar crescer de modo inacreditável as unhas das mãos. E quando ficam enormes, costumam adorná-Ias com pequenas placas de prata. Isto nos lembra o Príncipe de Tarento que segundo afirma Scarron, "havia deixado crescer a unha do dedo mínimo da mão esquerda até atingir um tamanho espantoso, o que ele considerava a coisa mais elegante do mundo”.

Sempre pelo espaço de doze meses, o rei Victor Manuel, da Itália, não cortava determinada unha dos seus dedos. Mas, no primeiro dia de cada ano, após a unha ter alcançado cerca de uma polegada de comprimento, o monarca a enviava a um joalheiro, que a polia e lhe aplicava o matiz característico da pedra chamada “Olho de gato”. Em seguida o artíficie a montava num fino engaste de ouro rodeado de brilhantes. Depois, com todo requinte, sua majestade ofertava esta jóia à segunda esposa, a Condessa Rosina, que chegou a possuir umas quatorze idênticas.

Sabemos que vários homens celebres nutriam aversão por animais, objetos ou coisas. O cheiro do peixe produzia febre em Erasmo de Rotterdam. Jacques I, rei da Inglaterra, tornava-se pálido ao ver qualquer espada. Fabrício Campani assegura que D. Juan Rol, cavaleiro de Alcântara, caía em síncope quando escutava a palavra “Lana”. Henrique III tinha ojeriza pelos gatos. E Francisco Vernier, Duque de Veneza, não conseguia suportar, sem perder os sentidos, o aroma de uma rosa, O sábio Júlio Cesar Scalígero, médico e gramático italiano, num dos seus escritos informa que certo fidalgo gascão experimentava tanto medo ao ouvir o som da sanfona que, percebendo os menores acordes desse instru¬mento, logo sentia uma extraordinária vontade de urinar...

A esta relação podemos acrescentar o nome de Henrique IV, o galante e bravo soberano que, segundo as “Memórias” de Sully, não quis que Villeroy fosse grão-mestre de artilharia, porque as unhas deste eram pálidas...

Não ignoramos que a xenofobia é o horror aos estrangeiros; a cinofobia, o horror aos cães; a claustrofobia, o horror aos ambientes fechados; a enofobia, o horror ao vinho; a fotofobia, o horror à luz; a escotofobia, o horror à escuridão; a gerentofobia, o horror aos velhos; a mitofobia, o horror às mentiras; a triscaidecofobia, o horror ao número treze; a tafofobia, o horror de ser sepultado vivo em conseqüência de morte aparente; a astrofobia, o horror aos terremotos, furacões, relâmpagos e tempestades... E o horror às unhas, como deve ser chamado? Unhafobia? Você é unhafobo, amigo leitor?

Fernando Jorge é escritor e jornalista, autor do livro "As lutas, a Glória e o Martírio de Santos Dumont", lançado pela HaperCollins. www.fernandojorge.com



quarta-feira, 25 de abril de 2018

Programa da USP FM ganha prêmio de músicos profissionais

Você conhece o programa Sons do Brasil? 

Há mais 3 anos no ar, o Sons do Brasil apresenta a cada programa um trabalho autoral de artistas e bandas que apresentam suas músicas ao vivo e participam de um bate papo bastante interessante. 
A cada programa recebe também um profissional ligado a área cultural e que com seus trabalhos fazem com que as produções neste segmento tomem corpo e vida. O Sons do Brasil ganhou o Prêmio Profissionais da Música - PPM nos anos e é 2017 e 2018 como melhor programa de rádio do ano. 
Estamos disponibilizando no Mixcloud todos os programas que já foram ao ar ´para quem quiser ouvir ou relembrar dos assuntos abordados. Tem muita coisa interessante!!!! Vamos nessa? Este é o nosso canal!!!

www.mixcloud.com/sonsdobrasil

Sergio Sagitta
Produtor do programa "Sons do Brasil"
Domingo, 14h
USP FM - baixe o aplicativo

terça-feira, 24 de abril de 2018

Banda que abriu último show do Rappa se apresenta em São Paulo nesta quinta feira


A Jai Club recebe no dia 26 de Abril (quinta-feira), a partir das 21h, a banda Stereo Bago Team. Os paulistas tocam seu álbum de estreia “Aí tem” na festa de 5 anos da banda, trazendo a diversidade como caminho: rock, dub, reggae, hip hop e até o maracatu estão no pacote. Já as letras trazem a poesia urbana, baseada na experiência de vida do compositor Yanick Melo. Para celebrar a data, a banda promote novidades no setlist. O evento também contará com a presença do rapper Ro3p e do DJ Zambol, que é atração fixa do “Encontro das Tribos”.

“Aí tem”, que está disponível nas plataformas digitais desde 2017, é o resultado de cinco anos de carreira da Stereo Bago. Influenciados pela música jamaicana, principalmente no seu grande nome: Bob Marley; Continuando no reggae e chegando no rock, o The Police é outra influência. “Porém, sou brasileiro de mão cheia e apaixonado por nossas raízes e cultura, Chico Science e Nação Zumbi, Paralamas do Sucesso, Planet Hemp, O Rappa, Natiruts… E tenho um grande apego pelo hip hop brasileiro”, revela Yanick.

A necessidade de montar sua própria banda veio acompanhada da ambição de lutar por um mundo melhor através da música. Na concepção do projeto, ele contou com dois amigos que compartilhavam dos mesmos ideais: o percussionista e protestador (ele usa um megafone nas apresentações) Luciano Rocha e o guitarrista Fábio Teixeira.

“Aí tem” conta com duas participações muito especiais: Rappin Hood, na faixa-título, originalmente lançada pelo grupo de pop paulista Placa Luminosa; e do líder do Planta e Raiz, Zeider Pires em “Biotipo”. Yanick fez parte da equipe de Rappin Hood e, quando decidiu criar a releitura da música, “pensei nele de cara, pois a música foi gravada em 1987 e já falava de desigualdade e política social, que para os tempos atuais tudo a ver um grande rapper. Já o convite para Zeider, surgiu da admiração que Yanick tem pelo Planta e Raiz.”

Por sinal, a ligação com o Placa Luminosa vem de casa, Yanick é filho de Ary Nascimento, baixista do Placa e também da Stereo Bago. No último dia 4 de Março, quando abriram para “O Rappa” no Espaço das Américas, Ari foi ovacionado pelo público pelo carisma, presença de palco, solos e, principalmente, pela ligação com Yanick. A sintonia no palco é inconfundível.

Yanick, Ary, Fábio e Luciano pretendem espalhar sua mensagem: realidade das ruas, ideologia, religião e política social estão entre os temas abordados nas letras, que incentivam os jovens a acreditar em seus sonhos, refletir e lutar pelos seus direitos.

Saiba mais acessando a Agenda da Rádio Base Web - http://radiobaseweb.com/eventos/

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Nova webradio traz obra de Frank Zappa a partir da meia-noite

A Rádio Base Web transmite a partir da meia-noite desta terça-feira, dia 24, 6 horas de muita música do guitarrista americano Frank Zappa, um dos maiores nomes do rock mundial.

Em uma carreira de mais de trinta anos, a sua obra musical estendeu-se pelo rock, fusion, jazz, música eletrônica, música concreta e música clássica. Ele também dirigiu longas-metragens e videoclipes e desenhou capas de álbuns seus. Zappa produziu quase todos os seus 60 álbuns que lançou com a banda Mothers of Invention, grupo que o acompanhou por boa parte da carreira e teve sua formação mudada muitas vezes, e como artista solo.

Ouça pela web em www.radiobaseweb.com ou pelo aplicativo para Android, disponível gratuitamente na loja Google Play.