22/02/2025

Transformação e Gratidão



 É transformador contribuir com a saúde mental, emocional e o desenvolvimento de pessoas, famílias, animais e ambientes. 

Ao mesmo tempo, cada experiência me permite crescer como pessoa e Ser humano.

Sou Alessandra S. Santos, Psicóloga Sistêmica, formada também em equoterapia, coaching, Reiki e Magnified Healing.

Tudo começou com minha curiosidade pelo autoconhecimento e pelo encantamento com a natureza, as pessoas, os animais e as famílias.

Acredito em um olhar integral para a saúde: física, mental e espiritual. Esse olhar profundo nos reconecta com nossa essência e nos mostra que não há separação entre o Ser humano, os animais e o ambiente ao nosso redor.

A natureza e os cavalos, em especial, nos ensinam sobre respeito, equilíbrio e autocura, de forma leve e fluida.

Minha metodologia une saberes, espiritualidade e parcerias, com respeito às necessidades de cada um.

Juntos, plantamos sementes em nossa jornada terapêutica, e é emocionante colher os frutos no físico e no sutil: transformações internas que “viram uma chave” em nosso Ser.

Agradeço a todos que estiveram comigo neste ano, compartilhando aprendizados, crescimento e tantas transformações. 

Convido você a vivenciar essa experiência única e transformadora.

Quer saber mais?

Entre em contato pelo Instagram:

@alessandrasant.s

@espaco.sagian

Ou pelo telefone: 11 98335 3308

04/02/2025

Esquecimento e Desprezo na vida dos Deficientes da Coreia do Norte

 


Por Instituto Mundial de Estudos da Coreia do Norte, Diretor Chung Eui-sung (desertor norte-coreano) 

As pessoas com deficiência na Coreia do Norte têm sido marginalizadas há muito tempo, consideradas desnecessárias devido à sua incapacidade de contribuir para a construção socialista através do trabalho. Durante as décadas de 1970 e 1980, indivíduos com baixa estatura eram frequentemente enviados para áreas montanhosas remotas ou instalações insulares isoladas, por serem considerados prejudiciais ao embelezamento da cultura urbana.

Na década de 1990, à medida que a comunidade internacional criticava cada vez mais a Coreia do Norte sobre os direitos humanos, o regime começou a prestar atenção. Em 2003, a Coreia do Norte promulgou a “Lei sobre a Proteção das Pessoas com Deficiência”. No entanto, a lei limitou-se nos princípios gerais, como o tratamento gentil e sem discriminação dos indivíduos com deficiência, e não conseguiu provocar quaisquer mudanças reais nas suas vidas.

Sob o regime de Kim Jong-un, a situação das pessoas com deficiência piorou. Quando nasce um recém-nascido com deficiência, as famílias muitas vezes consideram a criança um prenúncio de infortúnio. Em muitos casos, os médicos recomendam o aborto ou o infanticídio às mães. Aqueles que sobrevivem à infância enfrentam frequentemente bullying e discriminação na escola, são condenados ao esquecimento pelos seus pares ou negligenciados pelos seus professores. Estes desafios afetam gravemente o seu desempenho académico e a sua auto-estima, levando-os muitas vezes a abandonar a educação e a procurar meios de subsistência.

Mesmo depois de concluírem a escola, as pessoas com deficiência lutam para se integrarem na sociedade. A Coreia do Norte valoriza muito o trabalho físico, tornando quase impossível para os indivíduos com deficiência garantirem empregos dignos. As suas opções limitam-se geralmente a empregos mal remunerados em “locais de trabalho temporários designados para pessoas com deficiência, tais como sapatarias ou serviços de reparação de fechaduras, que dificilmente proporcionam rendimento suficiente para a sobrevivência. 

O casamento representa outro desafio significativo. As opiniões tradicionais sobre o casamento continuam fortes na Coreia do Norte, tornando difícil para as pessoas com deficiência constituírem famílias. Mesmo que consigam casar e ter filhos sem deficiência, estas crianças enfrentam frequentemente discriminação social por causa dos seus pais, levando ao bullying e ao ostracismo na escola. A família inteira sofre com isso.

A discriminação também varia de acordo com o tipo de deficiência. Por exemplo, os indivíduos com deficiência intelectual ou mental enfrentam desafios particularmente graves, conhecidos como “Classe 49” na Coreia do Norte. Esses indivíduos são fortemente monitorados por agências estatais como o Ministério da Segurança do Estado, pois são rotulados como potenciais “elementos subversivos e perigosos”. Aqueles que expressam insatisfação com a sociedade ou criticam o Líder Supremo, e que podem ser enviados para campos de prisioneiros políticos ou mesmo executados.

Apesar da promulgação da “Lei sobre a Protecção das Pessoas com Deficiência” de 2003, a lei teve pouco impacto na melhoria da vida das pessoas com deficiência. As alterações feitas em 2013 sob pressão internacional e a promulgação da "Lei sobre a Proteção dos Direitos das Pessoas com Deficiência" em 2023, foram comemoradas pelo governo norte-coreano, como conquistas na sua quarta Revisão Periódica Universal (RPU). No entanto, estas medidas permanecem em grande parte simbólicas, parecendo de políticas concretas para promover a igualdade de oportunidades ou mudar as percepções da sociedade.

As pessoas norte-coreanas com deficiência sofrem de discriminação e exclusão social, e permanece incerto se conseguirão direitos significativos. A verdadeira mudança requer não apenas leis e políticas, mas também a atenção e a inclusão de todos os membros da sociedade. 

O regime norte-coreano deve reconhecer esta realidade. Até ao dia em que a Coreia do Norte respeitar os direitos das pessoas com deficiência e eliminar a discriminação, a comunidade internacional, a ONU e as organizações de direitos humanos deverão persistir na sua defesa.


Os Impactos da Tarifas de Trump



Por Professor Bertoncello

A economia global encontra-se em um período de transformações significativas, impulsionadas por disputas comerciais, reações protecionistas e uma crescente fragmentação dos blocos econômicos. Com a ascensão do nacionalismo econômico e o enfraquecimento da cooperação multilateral, observa-se um reposicionamento das grandes potências na busca por maior autonomia produtiva e comercial. Esse fenômeno tem sido amplamente discutido na mídia e na academia, tornando-se essencial compreender os detalhes desse cenário para uma análise mais aprofundada.

A verdade é que os Estados Unidos, sob a liderança de Donald Trump, têm adotado uma postura agressiva nas negociações comerciais, utilizando tarifas como um instrumento para reafirmar sua posição hegemônica. A recente imposição de tarifas sobre produtos importados do México, Canadá e China exemplifica essa estratégia e suscita questionamentos acerca de seus impactos no comércio internacional, bem como das oportunidades que outros países, como o Brasil, estão deixando escapar. Infelizmente, o Brasil parece reiteradamente incapaz de aproveitar momentos estratégicos, consolidando um padrão de inércia diante de mudanças significativas no cenário global.

Donald Trump tem adotado uma abordagem transacional e bilateral nas relações comerciais, rompendo com a tradição multilateralista que caracterizou a política externa dos Estados Unidos em décadas anteriores. Sua decisão de impor tarifas de 25% sobre as importações do México e do Canadá, e de 10% sobre os produtos chineses, reflete uma estratégia calculada para forçar concessões comerciais e assegurar que os EUA mantenham sua posição de potência dominante nas negociações globais.

As reações iniciais a essa medida foram diversas. Setores da indústria americana que competem diretamente com as importações celebraram a decisão, uma vez que as tarifas elevam o custo dos produtos estrangeiros e incentivam a produção doméstica. No entanto, economistas alertaram que o impacto dessas tarifas seria repassado aos consumidores americanos, resultando em aumento de preços e pressões inflacionárias. Além disso, a medida intensificou tensões diplomáticas, levando parceiros comerciais a ameaçarem represálias, o que poderia desencadear uma escalada de disputas tarifárias.

A reação dos países afetados pelas tarifas foi rápida e contundente. Inicialmente, Canadá e México anunciaram tarifas retaliatórias sobre produtos americanos. Posteriormente, ambos os países negociaram um adiamento de 30 dias para evitar impactos imediatos e buscaram um diálogo com os Estados Unidos. Enquanto isso, a China adotou uma postura mais cautelosa, explorando alternativas para mitigar os efeitos da guerra comercial. Essas respostas evidenciam que a instabilidade e a incerteza no comércio internacional não eram meramente consequências das medidas adotadas, mas também instrumentos estratégicos utilizados no processo de negociação, funcionando como uma ferramenta de pressão ou mesmo uma cortina de fumaça para reforçar a posição dos EUA na arena global.

Afinal, é amplamente reconhecido que desestabilizar as cadeias globais de suprimentos, forçando empresas a buscarem alternativas à China e a seus vizinhos na América do Norte, demanda um alto nível de energia e envolve um grau significativo de imprevisibilidade. No entanto, essa reconfiguração do comércio internacional também abre uma janela de oportunidade para mercados emergentes que busquem se posicionar como fornecedores alternativos. Contudo, para que isso ocorra, é necessário um planejamento estratégico comercial proativo — algo que o Brasil, até o momento, tem demonstrado grande dificuldade em desenvolver e implementar de maneira eficaz.

A estratégia de Trump vai além da simples imposição de tarifas; seu objetivo central é consolidar os Estados Unidos como a potência dominante nas negociações globais. A adoção de medidas protecionistas visa enfraquecer rivais econômicos e assegurar que qualquer acordo comercial seja firmado sob condições favoráveis aos interesses americanos. Nesse contexto, o protecionismo não representa um fim em si mesmo, mas sim um instrumento estratégico para reforçar a posição dos EUA como a maior economia do mundo, exercendo influência direta sobre as dinâmicas do comércio internacional.

Enquanto isso, o Brasil permanece em uma posição passiva, desperdiçando uma oportunidade histórica de se beneficiar da reorganização do comércio global. Com a China sendo alvo de restrições, o país poderia ampliar sua participação no mercado americano, especialmente em setores como agronegócio e commodities, além de se inserir estrategicamente em elos industriais que o tornassem relevante para cadeias de suprimentos nos Estados Unidos. No entanto, a ausência de uma estratégia comercial bem definida, aliada à falta de alinhamento ideológico e diplomático com os EUA, tem impedido avanços significativos, limitando o potencial brasileiro de aproveitar esse momento de reconfiguração econômica global.

A inércia brasileira também reflete a ausência de um projeto nacional de reindustrialização e de inserção estratégica na economia global. Enquanto países como a Índia e o Vietnã adotam políticas ativas para se consolidarem como novos polos produtivos alternativos à China, o Brasil permanece excessivamente dependente da exportação de commodities, sem uma estratégia robusta para atrair investimentos e fomentar o desenvolvimento de setores de maior valor agregado. Essa falta de iniciativa compromete a competitividade do país e reduz suas chances de ocupar um papel mais relevante na nova configuração do comércio internacional.

A história demonstra que os momentos de transição global representam oportunidades para aqueles que sabem agir com rapidez e se adaptar às novas dinâmicas econômicas. O Brasil ainda tem a chance de redefinir sua abordagem e posicionar-se estrategicamente no cenário internacional. No entanto, caso permaneça em uma postura passiva e continue ideologicamente atrelado ao Oriente, o Governo Lula e por consequência o Brasil, corre o risco de se tornar ainda mais irrelevante na economia mundial. A falta de uma política assertiva pode condenar o país a uma posição subalterna, limitando-se à exportação de produtos com baixo ou nenhum valor agregado, enquanto outras nações emergentes consolidam sua presença em cadeias produtivas de maior sofisticação.

@phdbertoncello 

Secretaria de Saúde de Diadema unifica Projeto Sprint para infarto

  Nesta terça-feira (16), a Secretaria Municipal da Saúde de Diadema reuniu coordenadores das Unidades de Pronto Atendimento (UPA) Centro, P...