Ah, como é fácil criar programas para o rádio! E como difícil fazer jornalismo no rádio! A Transamérica criou há dois ou três anos o "Transnotícias", um jornal matinal para fazer frente a programas similares no horário da manhã na faixa do FM via satélite. Apesar de reduzida, a equipe era valente: um jornal de 60 minutos feitos quase que exclusivamente com textos extraídos das agências de notícias ou da internet, alguns comentaristas ao vivo ou pré-gravados, uns poucos mas aguerridos repórteres. Seu tom monofônico refletia a provável falta de estrutura dada aos seus produtores, ou a falta de imaginação de seus mentores. De qualquer maneira, era um produto a ser investido, levando-se em conta as afiliadas por onde era veiculado e a fila de anunciantes que possuía.
Quando se trata de audiência, O mercado de rádio é uma floresta inóspita. Perigoso é se guiar por essa bússula. É preciso saber o que se faz. Melhor e mais seguro é seguir o caminho do bom gosto e do bom senso. Poucos o seguem. A Transamérica poderia continuar investindo no "Transnotícias". Uma equipe maior, recursos melhores, alguns nomes de peso para atrair a audiência, enfim, jornalismo é investimento. Preferiu terceirizar e sair com a velha solução perigosa do formato "música e notícia". Perigoso, não necessariamente ruim. Depende do quanto se investe em conteúdo e de coomo se faz a seleção musical. Ao longo destes anos só duas emissoras souberam fazer essa mistura com maestria: a Rádio Cultura e a Rádio Eldorado. A Cultura possui alguns bons programas nessa linha que não perdem o fio da meada - Música e Notícia, Diário da Manhã, etc. A Eldorado abandonou este formato por pura burrice.
A Transamérica apostou numa "empreiteira", que já circula com mais ou menos desenvoltura no dial de São Paulo. Começou na Nova Brasil FM com o nome de Nova Manhã, com um certo sucesso. Para uma emissora como a Nova o progama estava na medida certa e não era tão ruim. A produtora independente bandeou-se para a Brasil 2000 e de lá foi desalojada pela programação da Rádio Bandeirantes AM/FM. Depois foi para a Metropolitana, emissora local paulistana de pouca expressão, apesar de fazer parte de uma rede de rádios regional. Agora a equipe do "Nova Manhã" se hospeda na Rede Transamérica montada na "fama" que colheu de outras estações como a "salvação da lavoura". Pior para a Transamérica que ganhou muito pouco com isso. Antes tivesse insistido com o velho "Transnotícias". O novo "Transnotícias" não possui nada especial, nem do primeiro "Nova Manhã", nem do velho Transnotícias, a não ser o fato de tocar as músicas da programação da rede Transamérica Pop em meio a algumas notas e comentários de seus apresentadores. Honestamente, a Rádio Cultura AM e FM fazem isso muito melhor. Se você não gosta de programas medianos, recomendo que você não perca tempo ouvindo o "Novo Transnotícias".
Quando se trata de audiência, O mercado de rádio é uma floresta inóspita. Perigoso é se guiar por essa bússula. É preciso saber o que se faz. Melhor e mais seguro é seguir o caminho do bom gosto e do bom senso. Poucos o seguem. A Transamérica poderia continuar investindo no "Transnotícias". Uma equipe maior, recursos melhores, alguns nomes de peso para atrair a audiência, enfim, jornalismo é investimento. Preferiu terceirizar e sair com a velha solução perigosa do formato "música e notícia". Perigoso, não necessariamente ruim. Depende do quanto se investe em conteúdo e de coomo se faz a seleção musical. Ao longo destes anos só duas emissoras souberam fazer essa mistura com maestria: a Rádio Cultura e a Rádio Eldorado. A Cultura possui alguns bons programas nessa linha que não perdem o fio da meada - Música e Notícia, Diário da Manhã, etc. A Eldorado abandonou este formato por pura burrice.
A Transamérica apostou numa "empreiteira", que já circula com mais ou menos desenvoltura no dial de São Paulo. Começou na Nova Brasil FM com o nome de Nova Manhã, com um certo sucesso. Para uma emissora como a Nova o progama estava na medida certa e não era tão ruim. A produtora independente bandeou-se para a Brasil 2000 e de lá foi desalojada pela programação da Rádio Bandeirantes AM/FM. Depois foi para a Metropolitana, emissora local paulistana de pouca expressão, apesar de fazer parte de uma rede de rádios regional. Agora a equipe do "Nova Manhã" se hospeda na Rede Transamérica montada na "fama" que colheu de outras estações como a "salvação da lavoura". Pior para a Transamérica que ganhou muito pouco com isso. Antes tivesse insistido com o velho "Transnotícias". O novo "Transnotícias" não possui nada especial, nem do primeiro "Nova Manhã", nem do velho Transnotícias, a não ser o fato de tocar as músicas da programação da rede Transamérica Pop em meio a algumas notas e comentários de seus apresentadores. Honestamente, a Rádio Cultura AM e FM fazem isso muito melhor. Se você não gosta de programas medianos, recomendo que você não perca tempo ouvindo o "Novo Transnotícias".
Comentários
E TAO INCRIVEL QUE ATE MESMO EU,QUE MORO NOS ESTADOS UNIDOS,ACOMPANHANDO SITES RELACIONADOS A RADIO,SEI QUE A METRO ESTA EMPATADA TECNICAMENTE COM A MIX,E DIGO MAIS JA E PREVISTO PASSAR A MIX NO PROXIMO IBOPE.
TALVEZ A METROPOLITANA REALMENTE NAO SEJA O SEU TIPO DE RADIO PREFERIDO..NO ENTANTO OS PROFISSIONAIS QUE LA ESTAO,E QUE TEM TODO O MERITO DESSA SUBIDA DA RADIO,MERECEM UM POUCO MAIS DE RESPEITO,ALIAS ESSE SITE SE PROPOE A PASSAR INFORMACOES VERDADEIRAS SOBRE O DIAL,OU NAO???OU SO SE TRATA DE OPNIOES PESSOAIS..
Demetrius Boca Raton,Fl
No caso da Metropolitana a programação é igual a picolé de Chuchu, não tem a menor graça. Parece uma cópia mais simples da Mix FM, que por sua vez é uma cópia inconfessa da 89 FM. A rádio não é capaz, assim como a maioria em seu segmento, de bancar o sucesso de um único artista que não seja de grande gravadora. Tirando o Oxydance, nenhum de seus programas ao menos consegue refletir o que acontece na cena pop atual, a meu ver. O que eu posso ouvir de novo na Metropolitana? Nada. Aos menos no tempo em que concorria diretamente com Energia 97, eles tentavam brigar de igual para igual. Sem muito sucesso, segundo Marcos Lauro, especialista em Dance Music e afins, mas tentava. Hoje, só para ser pontual, a Metrõ tenta distribuir ingressos e brindes do U2 na galeria do Rock, só para dar a entender que é tão roquenroll e "antenada" quanto as outras. É possível que os fiéis ouvintes acreditem em vocação tão sincera. Mas será que os frequentadores da galeria e os fãs do U2 acreditam?
De qualquer forma é salutar ter encontrado alguém que sinceramente goste da Metropolitana por aqui. Não deixa de ser um estímulo para que a gente preste atenção na emissora.