Hoje saiu uma reportagem muito interessante sobre a história do palavrão no pop/rock brasileiro no caderno Folhateen, da Folha de S. Paulo.Tudo começou em 1979, numa música do Chico Buarque chamada "Geni e o Zepelim". Desde então, o palavrão vem comparecendo na música brasileira com certa frequência, dividindo opiniões de músicos e ouvintes.Em relação às rádios, há duas frentes: os que acham que a música deve ser executava como fora feita, sem cortes ou intervenções. Outros acham que deve ser feita a chamada "Versão Família", com os devidos cortes nas palavras de baixo calão.Particularmente, sou favorável à primeira opção. Se a rádio se habilita a mostrar o trabalho de um artista, não pode impor limites ou modificar a obra original. Se não quiser ouvir palavrões, que não toque a música. Resolvido o problema. Acho que não adianta nada editar, se os fãs vão cantar com toda a força o palavrão editado. E deixar um palavrão "subentendido" também não vai fazer com que as pessoas não o "adivinhem".
Estava eu "fuçando" no Google sobre rádios e locutores quando encontrei esse blog interessante. Como já estou na faixa etária dos 50, relembro com muita saudade as Rádios Difusora e Excelsior. Aí eu pergunto: por onde andam as vozes, que me faziam suspirar, de Antonio Celso e Dárcio Arruda? Li semanas atrás sobre o saudoso Henrique Régis, outra voz maravilhosa!Portanto,se alguém souber sobre o paradeiro deles, me contem. A última vez que ouvi falar do Antonio Celso é que ele estava na Voz da América. Abraços!!! Vânia Amélia Dellapasi vdellapasi@yahoo.com.br ----------------------------- Cara Vânia, Dárcio Arruda é diretor de jornalismo e comanda um talk show diário na Rede TV Mais de Santo André. Não sei por onde andam os demais. Se alguém souber, mande um sinal de fumaça para cá. Um abraço, Vânia e continue na nossa sintonia.
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