Nesse sábado eu estava conversando via Twitter com o considerado Anderson Diniz Bernardo. Ele me perguntou se eu lembrava de uma apresentadora da extinta Rádio Atual chamada Bárbara, que entre os anos de 1993 e 1994 comandava o horário entre meia-noite e 04h. Respondi que não. Contudo, uma série de twittadas anteriores por parte dele me chamaram a atenção: falava da Rádio Paulista, que opera aqui em São Paulo nos 560Khz.
José Maria Marin é um nome conhecido da política e do futebol de São Paulo. Ele foi vice-governador de São Paulo, na gestão de Paulo Maluf (que começou em 1978). Assumiu o cargo de governador quando Maluf se licenciou para concorrer a uma cadeira a deputado federal nas eleições de 1982. Além disso, foi manda-chuva da Federação Paulista de Futebol e tem ligações com o São Paulo Futebol Clube.
Marin é proprietário da Rede Associada de Rádiodifusão Ltda. que ganhou a concessão para os 560Mhz em São Paulo. Com o nome de Rádio Paulista, ela iniciou suas transmissões de forma experimental com música e comunicadores. No entanto, poucos meses depois, ela passou a veicular uma programação de responsabilidade da igreja Deus é Amor.
Desde então, a Rádio Paulista nunca mais teve programação própria, nem que seja por poucas horas. O Anderson lembrou que durante uma certa época ela transmitiu o conteúdo fornecido pela Legião da Boa Vontade. Atualmente, os programas da Deus é Amor dominam novamente a frequência. O que se lamenta na história de vinte anos da Rádio Paulista é o fato dela não possuir uma identidade.
José Maria Marin é um nome conhecido da política e do futebol de São Paulo. Ele foi vice-governador de São Paulo, na gestão de Paulo Maluf (que começou em 1978). Assumiu o cargo de governador quando Maluf se licenciou para concorrer a uma cadeira a deputado federal nas eleições de 1982. Além disso, foi manda-chuva da Federação Paulista de Futebol e tem ligações com o São Paulo Futebol Clube.
Marin é proprietário da Rede Associada de Rádiodifusão Ltda. que ganhou a concessão para os 560Mhz em São Paulo. Com o nome de Rádio Paulista, ela iniciou suas transmissões de forma experimental com música e comunicadores. No entanto, poucos meses depois, ela passou a veicular uma programação de responsabilidade da igreja Deus é Amor.
Desde então, a Rádio Paulista nunca mais teve programação própria, nem que seja por poucas horas. O Anderson lembrou que durante uma certa época ela transmitiu o conteúdo fornecido pela Legião da Boa Vontade. Atualmente, os programas da Deus é Amor dominam novamente a frequência. O que se lamenta na história de vinte anos da Rádio Paulista é o fato dela não possuir uma identidade.
Comentários
Suponho que essa cidade e tantas outras da imensa periferia de São Paulo agradeceriam se uma rádio, de concessão pública, teriam muito mais a ganhar se fosse utilizada a frequencia para um jornalismo que realmente atendesse as necessidades da população. Será que o Ministério Público de São Paulo não pode fazer nada mesmo?? Confesso que não sei, mas vou averiguar. 24 horas de cultos religiosos e nenhuma utilidade publica não me parece ser o destino de uma concessão radiofonica.
Alessandro Pereira
- 560: Paulista - Santa Isabel
- 660: Mundial - Santa Isabel
- 740: Trianon - Santo André
- 920: Nacional Gospel - Cotia
- 1150: Tupi - São Caetano do Sul
- 1300: Universo - Sao Bernardo do Campo
- 1330: Terra - Osasco
- 1370: Da Cidade - Itapevi
- 1490 - Imaculada Conceição - Mauá
Nesta época, haviam diversos programas na rádio.
Pena que esta experiência durou muito pouco, porque houve um rompimento de contrato, que, se não me engano, foi parar na justiça.
Lembro-me que haviam programas musicais, noticiários, programas portugueses, entre outros.
Com o fim do arrendamento, a Equipe Líder foi para a Rádio Nove de Julho.