Na semana passada, o narrador esportivo Edemar Annuseck concedeu uma entrevista a André York, da Rádio Banda B, de Curitiba, dentro da excelente série "Narrador Esportivo". Edemar falou bastante sobre sua carreira e de seu momento atual como titular de esportes da Record AM.
São três partes. Na terceira, Edemar deu informações importantes sobre a possível nova fase do esporte da emissora, com a vinda de Eder Luiz, notícia essa que já corre no mercado há um bom tempo. Ele diz que a parceria deve se concrectizar, mas não tem certeza de como ela funcionará na prática. Apesar disso, Edemer deu alguns detalhes interessantes. Em reunião recente, o chefe da equipe Paulo Roberto Martins informou que Eder deverá cuidar da parte comercial. Morsa, como é conhecido, continuará a comandar o departamento. Ainda segundo Edemar, não haverá retransmissão das jornadas da Transamérica FM na Record, até porque as linguagens são diferentes. Acompanhe nos players abaixo.
Parte 1
Parte 2
Parte 3
Edemar Annuseck fala sobre o futuro do esporte na Record AM
Quando o humor é ridículo
por Emerson Luis, do blog Nas Retinas
A tentativa de aproximar a paródia da realidade talvez seja uma das formas mais grotescas de humor. Imitadores sem talento se proliferam pelas rádios de São Paulo, que usam o tradicional humor para aumentar a audiência.
O “timing” da imitação vocal, realizada com habilidade por Oscar Pardini, Zé Américo, Tátá, Escova, Beto Hora, Sérgio Leite, isto para citar somente alguns gênios do rádio, está na capacidade do humorista de reinventar o imitado, ressaltando suas qualidades e improvisando a partir de um texto bem feito.
O tal Bartô, “humorista” da rádio Metropolitana FM de São Paulo, que se dedicou por alguns dias a enganar rádios de países de língua portuguesa se passando pelo presidente Lula, faz o gol do ridículo da profissão, sem talento algum ou capacidade de improviso, causando vergonha alheia em quem ouve.
Como o humor no rádio de São Paulo se deprecia a cada ano, pela falta de novos humoristas com inteligência e personalidade, o público perde a referência do que pode ser engraçado e passa a ser menos exigente sobre o que ouvir. A partir dai, qualquer pessoa que imite, é considerada talento nato a ocupar os microfones.
Enganar os irmãos de língua portuguesa neste caso não passou de um artifício para simplesmente ter um quadro no ar e nada mais. A imitação é tão ruim que não consegue enganar nenhum brasileiro que conheça o hábito de falar do presidente Lula.
Ao tentar enganar Beatriz Wagner, diretora do Programa de Língua Portuguesa da Rádio SBS da Austrália, a produção e o humorista da Metropolitana FM de São Paulo expuseram a má fé e a falta de talento, um mix que compromete a credibilidade de qualquer veículo de comunicação, mesmo que este veículo não tenha e não queira qualquer credibilidade.
Imediatamente o correspondente da SBS no Brasil Luciano Borges ajudou a localizar os falsários e a alertar a Secretaria de Comunicação da Presidência da República.
Veja aqui o relato no serviço em português da SBS.
Enviado por Rodney Brocanelli às 00:09 0 ouvintes deram sua opinião
Áudios históricos da Rádio Globo da Internet
"Recordar é viver / eu ontem sonhei com você". Para quem quer relembrar os tmepos de liderança da Rádio Globo do Rio de Janeiro, aqui estão alguns áudios importantes do rádio. Entre nesse link aqui:
http://hotsites.globoradio.globo.com/radioglobo/65anos/audios_historicos.php
domingo, 22 de novembro de 2009 | Enviado por Marco Ribeiro às 21:49 0 ouvintes deram sua opinião
Marcadores: Rádio Globo
Peças Raras traz nova radiografia em comemoração aos 40 anos de rádio de Eli Corrêa
Está no ar pelo www.pecasraras.blogspot.com a 2ª parte da entrevista exclusiva feita pelo radialista Marcelo Abud com Eli Corrêa. Neste trecho, o líder de audiência das manhãs e tardes do rádio popular opina sobre a atual situação do rádio AM e comenta as mudanças de rumo do FM desde a experiência pioneira da Rádio X, no início dos anos 90, da qual fez parte.
O comunicador revela também como tenta transformar a propaganda em um conteúdo natural dentro da programação, a fim de evitar que o público mude de estação nesse momento de extrema importância para a emissora. O contato com o público jovem, a partir de estudos feitos por estudantes universitários, é valorizado na conversa como uma maneira de se entender um estilo de comunicação com a qual alguns não costumam ter contato.
Eli Corrêa revela qual o momento que não sai de sua lembrança nesses 40 anos de trajetória. Ele comenta como foi levar ao ar uma das primeiras entrevistas com um soro positivo e como um espirro do jovem causou pânico em todos que estavam no estúdio. Ainda nesta edição, o público conhece as referências radiofônicas da meninice e da juventude. A Rádio Nacional do Rio de Janeiro e a voz de Hélio Ribeiro em seu jeito diferenciado de transmitir o “poder da mensagem” fazem parte da formação do comunicador. A entrevista com Eli Corrêa pode ser ouvida no blog Peças Raras: www.pecasraras.blogspot.com, onde também está disponível a primeira parte da conversa, publicada em outubro.
sexta-feira, 20 de novembro de 2009 | Enviado por Marco Ribeiro às 00:07 0 ouvintes deram sua opinião
Marcadores: Eli Correia, Peças Raras
FAAP abre inscrições para sua pós em rádio e mídias digitais
Com início do curso previsto para março de 2010, a FAAP já abriu as inscrições para a Pós-Graduação Lato Sensu em Produção e Gestão Executiva de Rádio e Mídias Digitais. As disciplinas que estão no curso, numa versão revista e ampliada em relação à última turma, são Administração, Branded Entertainment, Business, Comportamento de Audiência, Comunicação Coorporativa, Coordenação de Emissoras e Produtoras, Criação e Produção em áudio digital, Crítica Estética e Conteúdo, Formatos para Rádio e Áudio Digital, Gestão de Recursos Humanos, Indústria Fonográfica e Áudio Digital, Legislação e Responsabilidade Social, Marketing e Comunicação,Marketing Pessoal, Metodologia Científica, Panorama do Rádio e da Indústria de Áudio,Perspectivas da Digitalização do Áudio, Planejamento de Programação, Seminários Avançados.
Mais informações do curso, que tem coordenação do professor Alvaro Bufarah, podem ser conseguidas no site da instituição.
quinta-feira, 19 de novembro de 2009 | Enviado por Marcos Lauro às 10:33 0 ouvintes deram sua opinião
Rádio Disney?
Sobre o post relacionado ao futuro da frequência dos 91,3MHz, um interauta deixou um comentário, citando outro site sobre rádio, dizendo que uma certa Rádio Disney poderá ocupar o espaço que até então era da Nossa Rádio. Cabe nos perguntar quem seriam os âncoras e apresentadores desta futura emissora: Pateta? Pato Donald?
Enviado por Rodney Brocanelli às 00:11 1 ouvintes deram sua opinião
Rádio Bandeirantes destaca jornalismo de opinião em nova campanha

Do site Propaganda e Marketing
A Rádio Bandeirantes(AM 840 e FM 90,9)lançou na última sexta-feira, 13, uma campanha publicitária destacando o jornalismo de opinião. As peças publicitárias que serão veiculadas nos principais jornais e revistas ressaltam a atuação de alguns dos profissionais da emissora: no jornalismo, José Paulo de Andrade, Salomão Ésper e Joelmir Beting; no esporte, José Silvério, Mauro Beting, Sérgio Patrick e Ulisses Costa.
Criada pela House do Grupo Bandeirantes de Comunicação, a campanha apresenta o novo slogan “a rádio que tem opinião”.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009 | Enviado por Marco Ribeiro às 15:24 0 ouvintes deram sua opinião
Marcadores: Rádio Bandeirantes
Tem algo de diferente nos 91,3MHz (SP)
..essa era a frequência da Nossa Rádio, que estava sob responsabilidade da Igreja da Graça. A emissora hoje está ocupando o espaço da antiga Expressão FM (106.9 MHz). Enquanto isso, os 91,3MHz (a antiga Manchete FM) vem tocando uma programação musical ao estilo "disco classics". Vamos acompanhar para ver em que isso vai dar. Certamente é uma preparação de terreno para a vinda da Itapema FM, emissora do Grupo RBS que detém a concessão da frequencia aqui em São Paulo.
Enviado por Rodney Brocanelli às 11:56 10 ouvintes deram sua opinião
Também serve para as rádios públicas
O assunto a seguir é uma reflexão sobre as Tv públicas brasileiras. Mas creio que sirva também para as emissoras de rádio educativas, estatais, comunitárias, legislativas e afins.
Todos elogiam, poucos querem assistir
Por Gabriel Priolli em 17/11/2009, no Observatório da Imprensa
"TV Cultura tinha que mostrar vídeos de Alexander Kluge", tuíta o coleguinha @ViniciusBruno, dias atrás. Telespectador exigente, ele quer ver a obra do cineasta alemão na programação de uma emissora brasileira e, obviamente, reclama que isso aconteça na mais destacada TV pública, à qual sabe que pertenço. A cobrança já reconhece de antemão, sem explicitar, que Kluge seria impossível numa emissora comercial.
Na TV pública, seria apenas difícil. Por isso, respondo talvez com excesso de realismo e algum sarcasmo: "Tá difícil filosofar em alemão. Mas pegue aí 263 vídeos". E anexo link para pesquisa do You Tube, onde se pode encontrar várias obras de Kluge. Não contente, complemento com mais sarcasmo: "O diretor de programação vai adorar a sua idéia".
Vinicius, elegante, apenas retruca: "Kluge é difícil, mas acho que teria espaço para um determinado nicho de telespectadores da Cultura". Ao que respondo, mais educadamente: "O problema é esse, nicho. TV aberta atende maioria. Com minorias, TV pública some. Ser vista ou sumir?".
"É uma visão pragmática e bem realista", volta o colega em novo post. "Mas sempre imaginei que, por ser uma TV Pública, `atender a maioria´ seria não massificar". Teclo imediatamente em resposta: "Massificar não é emburrecer, há popular inteligente. Mas TV é diversão. Kluge diverte a maioria? Há nicho para ele, não TV de nicho".
"Queremos diversão"
O diálogo poderia prosseguir indefinidamente, nesses balbucios telegráficos pouco claros, mas ficamos por aí. Vinicius vai tratar de outros temas, eu idem e a vida segue em Twitterland. Fico, entretanto, com a nossa breve polêmica na cabeça, com a certeza de que ela merece um tratamento mais aprofundado.
Afinal, são milhares de telespectadores, provavelmente todos, julgando que a televisão pública deve oferecer sempre conteúdos elevados, diferenciando-se das trivialidades da TV comercial. Qual o sentido de existir uma televisão não-comercial, sustentada com dinheiro público, se não é para trazer à vista tudo aquilo que os canais privados ocultam? – esse é o raciocínio geral.
O que esse raciocínio propõe é que a TV pública tem função essencialmente supletiva. Sua missão é cobrir as lacunas da informação cultural, artística e jornalística que as emissoras privadas, em razão de sua natureza concorrencial, nem pensam em oferecer. Porque precisam de grande volume de audiência e, para obtê-la, Gugu Liberato é mais eficiente que Alexander Kluge, assim como o Pânico é mais efetivo que música de concerto. Mais audiência é igual a mais faturamento, logo, é melhor filosofar pouco e divertir muito. É a regra inexorável do jogo.
Ocorre que essa mesma TV pública, obrigada "a dar o que outros não dão", é cobrada pelos mesmos telespectadores exatamente pelos baixos índices de audiência. Qual o sentido de gastar dinheiro com emissoras que não são vistas? – eis outra pergunta recorrente. Não seria melhor aplicar esses recursos, que vêm do contribuinte, em necessidades mais urgentes e relevantes, como saúde, educação, transporte ou moradia? Quantas vezes os que militam em canais educativos, legislativos, comunitários, universitários, já não ouviram esse questionamento?
O público quer tudo, para já e ao mesmo tempo. Quer alta qualidade cultural, com altos índices de audiência. Acha que obter isso é apenas uma questão de competência técnica, de fazer programas mais criativos. Acredita que a grande massa telespectadora é ansiosa por cultura e arte, e que seduzi-la para o conteúdo de qualidade depende meramente de vertê-lo para uma boa forma. A responsabilidade por isso, claro, é dos produtores e programadores da TV pública, que não atingem a meta porque são, presumivelmente, incompetentes.
Lamento frustrar essa crença, mas a experiência me obriga a dizer: ela é utópica. Não é verdade que o público, ou a absoluta maioria dele, quer se ilustrar quando vê televisão. Ele quer se divertir, relaxar, entorpecer. A TV é um lazer essencialmente doméstico, que sucede a faina diária e antecede o sono. Fazer-nos esquecer daquela e preparar este é a sua principal missão. E isso vale para classe A, B, C, D ou E. Para velhos ou moços. Ignorantes ou letrados.
Recentemente, um grupo de discussão com professoras, que avaliava a programação da TV Cultura, deixou bem claro. Perguntadas se consideram os documentários um gênero de programação relevante, todas disseram que sim. Perguntadas se os assistiam, todas, constrangidas, responderam que não. O motivo? "Documentários fazem a gente pensar, mobilizam a nossa cabeça. Quando chegamos em casa, exaustas do trabalho, queremos nos jogar na poltrona e ver qualquer besteira, para relaxar. Queremos diversão." Voz sincera de professoras, profissionais da educação, da formação cultural. Voz da maioria.
Degrau acima
O que é uma vantagem da TV pública sobre as comerciais – o bom conceito, a noção do telespectador de que elas são úteis e importantes na sua missão civilizadora – é também a sua principal fraqueza. Num paradoxo que merece mais investigação da sociologia e da psicologia social, o público valoriza as emissoras educativo-culturais, mas prefere não assisti-las. Prefere divertir-se com "qualquer besteira" das estações comerciais, às quais confere habitual audiência, mesmo criticando sua programação, o que é comum. Ou seja: da boca pra fora, elogio à TV pública. Do olho para dentro, fidelidade à TV comercial.
Como programar uma emissora não-comercial, com esse comportamento do público? Aqui retomo a polêmica com Vinicius Bruno. Se veicular conteúdos exigentes, como o cinema ou o pensamento de Alexander Kluge, a TV pública atenderá, no máximo, alguns "nichos" da audiência, muito pequenos. Se pontilhar a grade com programas voltados a nichos, terá uma programação fragmentada e de baixa audiência. E se não der um bom resultado no Ibope, será cobrada: está gastando mal o dinheiro público.
Mas como pode uma TV pública não oferecer os conteúdos mais qualificados possíveis, se é para isso que ela existe? Enfim, o velho dilema, já conhecido de todos: se correr o bicho pega, se ficar o bicho come.
A TV pública – aliás, TV Educativa, porque é apenas como tal que é reconhecida na lei que a instituiu – surgiu para oferecer aulas, palestras e seminários. É só essa a sua função, nos termos do artigo 13 do Decreto-Lei 236, de 1967, ainda em vigor. Com o tempo, obviamente, ela transbordou desse limite estreito e canhestro para trazer ao público o melhor da arte e do pensamento, numa multiplicidade de gêneros televisivos, da teledramaturgia ao desenho animado. Mas sempre lidou muito mal com a questão do entretenimento, da diversão, que trata sempre com extremo cuidado, quase se desculpando por fazê-lo. Razão pela qual, por exemplo, inexistem programas de humor nos canais públicos. É como ser rir fosse incompatível com pensar.
Uma televisão só é competitiva se seus programas são desejados pelo público, amados por ele. Audiência é preferência – vamos admitir, sem tergiversação. O telespectador escolhe o que mais lhe interessa. Se a TV pública não é a sua preferida, isso deve ser analisado com humildade, não com a soberba de quem supõe saber o que é melhor para os outros.
Calibrar a programação, ajustando a oferta de conteúdos às expectativas e ao nível de intelecção do público, é um dever de qualquer emissora – incluindo as públicas. Nestas, claro, o desafio é ficar sempre um degrau acima, nas exigências de qualidade e ética. Mas não um degrau tão alto que implique a perda da comunicação. Fazer TV de qualidade e de massas – essa deve ser a meta da televisão pública.
Muito fácil de falar, tantos são os que receitam isso. Mas dificílimo de obter, asseguro.
www.twitter.com/gabrielpriolli
www.observatoriodaimprensa.com.br
terça-feira, 17 de novembro de 2009 | Enviado por Marco Ribeiro às 12:04 1 ouvintes deram sua opinião
Marcadores: rádio educativa, Tv Cultura
Com vocês, o rádio-rolante
O Phelipe Cruz, do blog Papel Pop, descobriu o "rádio-rolante".
É apenas uma "caixa", com rodinhas embaixo. Você escorrega a caixa para um lado e ela troca a estação. Para cima ou para baixo, aumenta ou diminui o volume. Phelipe quer um. Eu também!
segunda-feira, 16 de novembro de 2009 | Enviado por Marcos Lauro às 16:04 0 ouvintes deram sua opinião
Os bastidores de uma transmissão de futebol na Rádio Record
O portal R7 colocou no ar este interessante vídeo mostrando os bastidores de uma transmissão esportiva da Rádio Record. Não deixa de ser um registro que pode se tornar histórico no futuro, uma vez que com a chegada da equipe de Eder Luiz para comandar os destinos do departamento de esportes, sabe-se lá qual será o futuro de profisssionais como Eduardo de Menezes e Edemar Annuseck.
Enviado por Rodney Brocanelli às 14:21 3 ouvintes deram sua opinião