Rádio Base
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Novo site da CBN estreia amanhã
O site da CBN (Central Brasileira de Notícias) estreia no dia 14 de janeiro um visual repaginado com novas atrações. As análises dos comentaristas, as entrevistas e reportagens podem ser acessadas mais facilmente no novo menu, agora horizontal.
Uma das principais novidades é a "Semana CBN", uma ferramenta que vai permitir ao ouvinte escutar sete dias de programação na íntegra. “A inovação atende a uma demanda dos próprios ouvintes, que sempre nos pedem áudios que não estão no site. Será possível escutar o que já foi ao ar nos últimos sete dias em São Paulo, no Rio de Janeiro, em Brasília e em Belo Horizonte”, afirma o chefe de reportagem Júlio de Lubianco.
Além dos áudios, as fotos e vídeos produzidos pela equipe da CBN ou enviados pelos usuários, através da seção “Repórter Ouvinte”, também ganham destaque. A interatividade foi ampliada: o internauta pode agora enviar mensagem diretamente para o âncora que estiver no estúdio.
Já no clima da Copa do Brasil e das Olimpíadas do Rio, a editoria de esportes foi reforçada. Além das notícias do mundo do esporte e dos grandes eventos, a página contará também com os quadros esportivos da CBN, como o comentário de Juca Kfouri, o Quatro em Campo e o CBN Esportes. O painel das transmissões do futebol foi remodelado e integrado ao twitter, para facilitar a participação do ouvinte durante os jogos.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Rádio Globo lança segundo CD "Globo Estrada"
Do site do Sistema Globo de Rádio
Os ouvintes do programa Globo Estrada receberam um presente especial neste fim de ano, o CD Globo Estrada Vol. 2, com as principais músicas que foram ao ar ao longo de 2011.
O novo brinde tem 20 canções e não será vendido. Os ouvintes interessados têm que interagir por telefone ou pela internet e participar dos sorteios diários do programa para adquirir uma cópia.
Com seis músicas a mais que o primeiro volume, o CD conta com canções de Michel Teló, Luan Santana, Victor e Léo, Chitãozinho e Xororó, entre muitos outros artistas das diferentes gerações da música sertaneja.
Os ouvintes do programa Globo Estrada receberam um presente especial neste fim de ano, o CD Globo Estrada Vol. 2, com as principais músicas que foram ao ar ao longo de 2011.
O novo brinde tem 20 canções e não será vendido. Os ouvintes interessados têm que interagir por telefone ou pela internet e participar dos sorteios diários do programa para adquirir uma cópia.
Com seis músicas a mais que o primeiro volume, o CD conta com canções de Michel Teló, Luan Santana, Victor e Léo, Chitãozinho e Xororó, entre muitos outros artistas das diferentes gerações da música sertaneja.
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Rádio Globo
Os erros da Rede Oi FM
O fim da Oi FM no dial
Do Meio e Mensagem
Na noite do Reveillón 2012, os ouvintes que sintonizaram a rádio Oi FM em qualquer uma das sete praças em que ela atuava tiveram uma surpresa. Um pouco depois da meia noite do dia 1º de janeiro, o sinal da Oi foi substituído pelo da Rádio Verão, uma outra emissora pertencente ao Grupo Bel de comunicação, que operava a rádio Oi.
A mudança significa o fim do longo contrato entre o Grupo Bel e a operadora de telefonia Oi, que marcou uma das primeiras operações de rádio customizada no Brasil. Em 2005, a Oi FM entrou no ar na cidade de Belo Horizonte, com uma programação destinada ao público adulto. Posteriormente, o sinal foi estendido a outras cidades – até o final de 2011, a Oi FM existia, além de Belo Horizonte (MG), em São Paulo (SP), no Rio de Janeiro (RJ), em Recife (PE), em Ribeirão Preto/Sertãozinho (SP), em Campinas/Vinhedo (SP) e em Porto Alegre/Novo Hamburgo (RS). A Oi FM chegou a estar presente também nas cidades de Vitória, Uberlândia, Santos/Peruíbe e Fortaleza, mas as operações nesses locais foram fechadas por não terem atingido um desempenho satisfatório.
De acordo com informações obtidas junto ao Grupo Bel de comunicação, a Rádio Verão FM substituirá o espaço deixado pela Oi FM por tempo indeterminado. Existe a pretensão de uma busca por um novo patrocinador, como era a operadora de telefonia, mas ainda nenhuma negociação foi revelada. No dial, a rádio Verão FM está sendo chamada pelo próprio número da frequência. Na geradora, em Belo Horizonte, e também em São Paulo, Ribeirão Preto e Campinas, ela ganhou o nome de 94,1 FM. No Rio de Janeiro, é a rádio 102,9 FM e em Recife, é a rádio 97,1 FM.
Totalmente na web - Em alguns anúncios publicados em veículos da imprensa e em seu próprio site oficial, a Oi FM deixa de lado a informação do fim de sua existência no dial para ressaltar a sua presença na internet. O comunicado informa que, a partir do dia 31 de dezembro, a rádio passaria a existir somente na web, classificando a mudança como uma “evolução natural para uma rádio interativa”. O novo slogan adotado pela rádio é “Oi FM, agora totalmente na web”.
Ouça neste vídeo os últimos momentos da OI FM e o sugimento da "Rádio Oficial do Verão".
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Espero que o "case" da Oi FM ensine ao mercado radiofônico muitas lições. Um dos motivos é que - rezo pra que seja duradoura - não dá pra usar uma emissora de rádio apenas para "alavancar a marca", "aumentar a participação no 'shared'", ou seja lá o nome que o pessoal de marketing dá a tudo isso. Mesmo a História contando que a era em que o anunciante de rádio alugava o horário e produzia o conteúdo que bem lhe conviesse já passou, faltava à OI FM um projeto que fizesse com que o ouvinte gostasse de acompanhar a programação da emissora, simplesmente.
A preocupação da rádio que se foi parecia ser apenas a de vender os serviços da operadora. Deixar de anunciar o nome da música para que o cliente da operadora ligasse para lá e o nome da canção seria revelado pelo serviço de SMS da operadora. o que soou como ridículo e ofensivo à audiência. Quem teve essa "ideia genial" não entende nem de rádio, nem de marketing e, certamente, nem de celular. De nada adiantava ter alguns dos melhores programas noturnos do rádio, a melhor programação pop do dial, se inventava essas verdadeiras bobagens radiofônicas. No fim, a rádio não criou empatia com o público correspondente à qualidade de seu playlist.
Outra coisa que não funcionou foi a montagem da rede. A sede ficava em Belo Horizonte, mas os principais programas eram gerados do Rio e, sobretudo, São Paulo. Para o mercado da comunicação, São Paulo é a principal praça. Afinal, os grandes anunciantes, as grandes agências de publicidade e o maior mercado consumidor estão aqui. Logo a sede das grandes corporações do setor também estão - ou possui um grande escritório de comercialização. A menos que fosse uma rede regional, como a Rede Itatiaia, justificaria ter a sua central em Minas. Claro que a OI FM não visava angariar anunciantes - embora os tivesse, além da operadora. Mas sendo tratada como "ferramenta" de marketing, talvez fosse necessário prestar atenção a esses detalhes do mercado.
Além do mais nenhum ouvinte conseguia entender com certeza onde era gerada a programação, que a princípio vinha de Belo Horizonte, que depois repassou sua programação para as demais estações, até chegar a São Paulo, uma das últimas a entrar no ar. O sinal dos programas gerados no Rio ía para a sede em Minas e depois para o restante. Ao longo do dia, a programação de são Paulo era produzida localmente, mesmo horários da rede. Que lógica maluca regia essa cadeia não consegui destinguir e creio que ninguém mais.
Pesou também contra a rede Oi um problema crônico que atingia o radiodifusão brasileira: o fato de somente há pouco tempo de se ter descoberto um modelo de negócio para redes de rádio. A Televisão, que é um meio muito mais recente que o rádio, o projeto foi bem sucedido, com a implantação da Rede Globo, na década de 1960. Na publicação "O Livro do Boni", escrita por José bonifácio de Oliveira Sobrinho, o "Boni" do título, o autor faz uma análise de como funcionavam as redes de rádio americanas e as emissoras locais brasileiras. O intuito era explicar a conjuntura em que a televisão brasileira foi inaugurada, em 1950.
Na página 189, no capítulo "O Modelo do Negócio" da referida obra, Boni diz que o modelo de negócio da radiodifusão americana era diferente da daqui e que já nos anos 40 do século 20 existiam 4 redes nacionais. Somente na década de 1950 é que as emissoras regionais e locais cresceram em importância e conseguiram manter-se comercialmente com as receitas de anunciantes locais.
Ainda na mesma página diz que no Brasil fora diferente: "As emissoras foram implantadas nas capitais, como emissoras locais, sem o objetivo de se tornarem redes nacionais ou regionais. Os nomes de algumas emissoras instaladas nos anos 1920 já definem o modelo: Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, Rádio Clube de Pernambuco, Rádio Sociedade Educadora Paulista, Rádio Clube de Ribeirão Preto, Rádio Sociedade Riograndense, Rádio Clube Paranaense. A Rádio Nacional do Rio de Janeiro, mesmo ouvida
nacionalmente, não penetrava em capitais como São Paulo, Curitiba, Porto alegre, e não se aproveitou de seu potencial de comercialização. Esse quadro estimulou a criação de centenas de emissoras locais com programação de baixo custo produzida localmente".
Agora é esperar pra ver se o Grupo Bel finalmente criará uma rede com programação própria ou recorrerá no expediente de "arrendar" as emissoras para alguma marca ou produto. Pode ser que ela consiga faturamento fácil agindo assim, mas será que é isto mesmo que o ouvinte quer e precisa?
Resolver o problema de "A Voz do Brasil" não é tão difícil
Do Do Painel JB, Jornal do Brasil
Câmara quer impedir boicote da "Voz do Brasil" nas rádios
O deputado federal Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) está preocupado com o boicote da "Voz do Brasil" em algumas emissoras de rádio. O parlamentar propôs um projeto de lei na Câmara (2495/11) que impede os radiodifusores de reduzir a potência de transmissão de suas emissoras durante a apresentação do programa. Acontece que a "Voz do Brasil" fica inaudível em algumas estações graças à redução na potência.
Voz do interior - Para o parlamentar, as emissoras desrespeitam os ouvintes das cidades do interior que, em muitos casos, tem acesso às notícias nacionais apenas pela "Voz do Brasil". "Esses radiodifusores, que pouco apreço têm por um elemento tão importante da nossa cultura, aproveitam-se de uma brecha legal, já que inexiste hoje qualquer dispositivo que impeça essa diminuição de potência", apontou Marco Feliciano.
Voz do interior II - Segundo o Datafolha, mais de 60% das pessoas com mais de 16 anos nas regiões Nordeste e Centro-Oeste escutam regularmente a "Voz do Brasil". O programa também é conhecido pela grande maioria da população brasileira: 88%.
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Como um sacerdote, "ungido" da sua função parlamentar, pode mostrar tamanho desconhecimento do assunto? Certamente deve estar preocupado com a veiculação de seu trabalho como deputado durante o programa oficial.
Na verdade, trata-se uma briga antiga. A Eldorado, por anos a fio, brigou incessantemente contra a obrigatoriedade da transmissão da "Voz do Brasil", por julgar que no horário da atração a emissora estaria prestando serviço a população de São Paulo. Chegou até recentemente a parar de transmitir, por determinação da Justiça. Entretanto, voltou a emitir o noticiário oficial tão logo se associou ao canal de esportes ESPN, voltando inicialmente a veicular "A Voz do Brasil" entre 19h e 20h. Outras emissoras - sobretudo jornalísticas - também entraram na briga, mas se contentaram em ter o horário "flexibilizado" para altas horas da madrugada. De um lado a outro, há uma certa radicalização.
Em um regime democrático como o do Brasil, é salutar que os poderes constituídos prestem contas de seus atos à população. "A voz do Brasil" é essencial para quem quer ficar informado sobre o que acontece na capital federal. Só não pode ser imposto com horário determinado, o que vai contra esses mesmos princípios democráticos, mesmo sabendo que todas as estações de rádio são concessões públicas.
Com certeza, "A Voz do Brasil" às 19h causa prejuízos ao ouvinte que recorrer ao rádio para saber das emissoras jornalísticas como anda o trânsito de sua cidade, eventuais problemas com enchentes, etc, nas grandes cidades. Em outros casos, não.
Devemos considerar também que não é justo para o Rádio ter um programa oficial de uma hora no ar, ao passo que isso jamais foi exigido da televisão. É tratar iguais de modo desigual. Fica aqui a sugestão de que o poder público conceda algum tipo de incentivo fiscal, como isenção de parte de impostos e tributos a fim de animarem os radiodifusores. É a melhor forma do direito de escolha do ouvinte não ser ferido por imposições do Estado. E que venha ideias melhores porque o Rádio precisa.
Câmara quer impedir boicote da "Voz do Brasil" nas rádios
O deputado federal Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) está preocupado com o boicote da "Voz do Brasil" em algumas emissoras de rádio. O parlamentar propôs um projeto de lei na Câmara (2495/11) que impede os radiodifusores de reduzir a potência de transmissão de suas emissoras durante a apresentação do programa. Acontece que a "Voz do Brasil" fica inaudível em algumas estações graças à redução na potência.
Voz do interior - Para o parlamentar, as emissoras desrespeitam os ouvintes das cidades do interior que, em muitos casos, tem acesso às notícias nacionais apenas pela "Voz do Brasil". "Esses radiodifusores, que pouco apreço têm por um elemento tão importante da nossa cultura, aproveitam-se de uma brecha legal, já que inexiste hoje qualquer dispositivo que impeça essa diminuição de potência", apontou Marco Feliciano.
Voz do interior II - Segundo o Datafolha, mais de 60% das pessoas com mais de 16 anos nas regiões Nordeste e Centro-Oeste escutam regularmente a "Voz do Brasil". O programa também é conhecido pela grande maioria da população brasileira: 88%.
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Como um sacerdote, "ungido" da sua função parlamentar, pode mostrar tamanho desconhecimento do assunto? Certamente deve estar preocupado com a veiculação de seu trabalho como deputado durante o programa oficial.
Na verdade, trata-se uma briga antiga. A Eldorado, por anos a fio, brigou incessantemente contra a obrigatoriedade da transmissão da "Voz do Brasil", por julgar que no horário da atração a emissora estaria prestando serviço a população de São Paulo. Chegou até recentemente a parar de transmitir, por determinação da Justiça. Entretanto, voltou a emitir o noticiário oficial tão logo se associou ao canal de esportes ESPN, voltando inicialmente a veicular "A Voz do Brasil" entre 19h e 20h. Outras emissoras - sobretudo jornalísticas - também entraram na briga, mas se contentaram em ter o horário "flexibilizado" para altas horas da madrugada. De um lado a outro, há uma certa radicalização.
Em um regime democrático como o do Brasil, é salutar que os poderes constituídos prestem contas de seus atos à população. "A voz do Brasil" é essencial para quem quer ficar informado sobre o que acontece na capital federal. Só não pode ser imposto com horário determinado, o que vai contra esses mesmos princípios democráticos, mesmo sabendo que todas as estações de rádio são concessões públicas.
Com certeza, "A Voz do Brasil" às 19h causa prejuízos ao ouvinte que recorrer ao rádio para saber das emissoras jornalísticas como anda o trânsito de sua cidade, eventuais problemas com enchentes, etc, nas grandes cidades. Em outros casos, não.
Devemos considerar também que não é justo para o Rádio ter um programa oficial de uma hora no ar, ao passo que isso jamais foi exigido da televisão. É tratar iguais de modo desigual. Fica aqui a sugestão de que o poder público conceda algum tipo de incentivo fiscal, como isenção de parte de impostos e tributos a fim de animarem os radiodifusores. É a melhor forma do direito de escolha do ouvinte não ser ferido por imposições do Estado. E que venha ideias melhores porque o Rádio precisa.
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Nem Liminha ouviu, mas Tatola conta
Essa é uma dica do meu amigo e colega dos bons (e maus) tempos do "casa com ouvidos" da Cardoso de Almeida, Paulo Ueno: o "frontman", roqueiro e ex-diretor de rádio João Carlos Goda, o Tatola. No vídeo abaixo do site Show Livre. com, ele conta ao apresentador Clemente, do programa "Nem Liminha Ouviu" como brigou com dois astros da cena pop de então e a diferença que existia entre alguns locutores de antes e os de hoje. Nãããããão perca e veja o vídeo abaixo.
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Brasil 2000,
Tatola
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Bandeirantes comemora seu jubileu de diamante em maio
Anote aí em sua agenda: a Rádio Bandeirantes, uma das mais populares emissoras paulistas comemora 75 anos em 2012.
Foi num dia 6 de maio de 1937, que a emissora entrou no ar e seus primeiro locutores foram Joaquim Carlos Nobre, Tito Lívio Fleury Martins, Mário de Carvalho Araújo e Plínio Freire Campello.
Inicialmente ela foi controlada por Paulo Machado de Carvalho, o "Marechal da Vitória", antigo dono da Rádio Record e pai de Tuta Carvalho, diretor-presidente da Rádio Jovem Pan. Na década de 1950, a emissora foi vendida a Adhemar de Barros, ex-governador de São Paulo, que a entregou a seu genro, João Jorge Saad para administrá-la, já que este havia tido sucesso no comando da CMTC - Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos de São Paulo -, antecessora da SP Trans.
Pouco tempo depois, Saad assume o controle acionário da Bandeirantes, saneando suas finanças, organizando o departamento comercial e iniciando a expansão do que seria o futuro Grupo Bandeirantes de Comunicação, que inclui tatambém a Rede Bandeirantes de Televisão (Band), a Band News TV e Rede Band News FM, além de diversas outras emissoras de rádio e tv por assinatura, sites e jornais.
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Estou tentando imaginar o que a Bandeirantes vai preparar para comemorar seu Jubileu de Diamante. Lembro-me que, em 1987, quando comemorou 50 anos, a rádio teve uma grande ideia: fez uma programação inteira noticiando os fatos do dia 6 de maio....de 1937. Sim, 1937. O setorista Amorim Filho deu notícias do aeroporto do Campo de Marte, Baía Filho dava as últimas do governo Adhemar de Barros direto do Palácio Campos Elíseos, sede estadual de então, Geraldo pedrosa falava direto do Palácio do Catete, na Capital Federal, o Rio de Janeiro, e assim por diante. Foi uma ideia bem sacada e de muita imaginação da Equipe Bandeirantes de Jornalismo, comandada por José Paulo de Andrade.
Foi num dia 6 de maio de 1937, que a emissora entrou no ar e seus primeiro locutores foram Joaquim Carlos Nobre, Tito Lívio Fleury Martins, Mário de Carvalho Araújo e Plínio Freire Campello.
Inicialmente ela foi controlada por Paulo Machado de Carvalho, o "Marechal da Vitória", antigo dono da Rádio Record e pai de Tuta Carvalho, diretor-presidente da Rádio Jovem Pan. Na década de 1950, a emissora foi vendida a Adhemar de Barros, ex-governador de São Paulo, que a entregou a seu genro, João Jorge Saad para administrá-la, já que este havia tido sucesso no comando da CMTC - Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos de São Paulo -, antecessora da SP Trans.
Pouco tempo depois, Saad assume o controle acionário da Bandeirantes, saneando suas finanças, organizando o departamento comercial e iniciando a expansão do que seria o futuro Grupo Bandeirantes de Comunicação, que inclui tatambém a Rede Bandeirantes de Televisão (Band), a Band News TV e Rede Band News FM, além de diversas outras emissoras de rádio e tv por assinatura, sites e jornais.
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Estou tentando imaginar o que a Bandeirantes vai preparar para comemorar seu Jubileu de Diamante. Lembro-me que, em 1987, quando comemorou 50 anos, a rádio teve uma grande ideia: fez uma programação inteira noticiando os fatos do dia 6 de maio....de 1937. Sim, 1937. O setorista Amorim Filho deu notícias do aeroporto do Campo de Marte, Baía Filho dava as últimas do governo Adhemar de Barros direto do Palácio Campos Elíseos, sede estadual de então, Geraldo pedrosa falava direto do Palácio do Catete, na Capital Federal, o Rio de Janeiro, e assim por diante. Foi uma ideia bem sacada e de muita imaginação da Equipe Bandeirantes de Jornalismo, comandada por José Paulo de Andrade.
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Jornalista é demitida da Estadão-ESPN durante as férias
Do portal Comunique-se
A jornalista Vanessa Di Sevo não vai voltar a apresentar o ‘Estadão no Ar’, noticiário transmitido de segunda a sábado, das 6h às 10h, e domingo das 6h às 8, pela rádio Estadão-ESPN. A apresentadora estava de férias, mas foi dispensada pela emissora, conforme informa o Cheni no Campo, blog editado pelo repórter Anderson Cheni.
Vanessa confirmou que não é mais funcionário do Grupo Estado, empresa responsável pela programação de jornalismo da Estadão-ESPN, que tem a parte de esportes sob responsabilidade da Disney, mantenedora dos canais ESPN. Em seu perfil no Facebook, a jornalista recebeu mensagens de apoio, além de reiterar que não faz mais parte da equipe da rádio.
“Não volto mais. Estou fora da rádio, mas obrigada pelo carinho”, publicou Vanessa ao responder um ouvinte-internauta quando voltaria ao comando do ‘Estadão no Ar’. A ex-apresentadora da Estadão-ESPN afirmou que ainda não está acertada com nenhuma outra emissora, mas que espera contar novidades em breve.
Desde as férias de Vanessa, o ‘Estadão no Ar’ está sendo apresentado pelos jornalistas Haisem Abaki e Mia Bruscato. Até a manhã desta terça-feira, 20, entretanto, o nome de Vanessa Di Sevo aparece como apresentadora titular do jornalístico, ao lado de Leandro Modé. No último mês, o jornal o Grupo Estado demitiu 20 profissionais de seu quadro. De acordo com a empresa, as baixas se devem a uma reestruturação interna.
A jornalista Vanessa Di Sevo não vai voltar a apresentar o ‘Estadão no Ar’, noticiário transmitido de segunda a sábado, das 6h às 10h, e domingo das 6h às 8, pela rádio Estadão-ESPN. A apresentadora estava de férias, mas foi dispensada pela emissora, conforme informa o Cheni no Campo, blog editado pelo repórter Anderson Cheni.
Vanessa confirmou que não é mais funcionário do Grupo Estado, empresa responsável pela programação de jornalismo da Estadão-ESPN, que tem a parte de esportes sob responsabilidade da Disney, mantenedora dos canais ESPN. Em seu perfil no Facebook, a jornalista recebeu mensagens de apoio, além de reiterar que não faz mais parte da equipe da rádio.
“Não volto mais. Estou fora da rádio, mas obrigada pelo carinho”, publicou Vanessa ao responder um ouvinte-internauta quando voltaria ao comando do ‘Estadão no Ar’. A ex-apresentadora da Estadão-ESPN afirmou que ainda não está acertada com nenhuma outra emissora, mas que espera contar novidades em breve.
Desde as férias de Vanessa, o ‘Estadão no Ar’ está sendo apresentado pelos jornalistas Haisem Abaki e Mia Bruscato. Até a manhã desta terça-feira, 20, entretanto, o nome de Vanessa Di Sevo aparece como apresentadora titular do jornalístico, ao lado de Leandro Modé. No último mês, o jornal o Grupo Estado demitiu 20 profissionais de seu quadro. De acordo com a empresa, as baixas se devem a uma reestruturação interna.
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Rádio Globo estreia série ‘O Brasil em todas as Copas’
Do portal Comunique-se
A Rádio Globo estreou, no último domingo, 18, a série ‘O Brasil em todas as Copas’, documentário produzido pela BBC Brasil. O material teve sua primeira parte transmitida no ‘Quintal da Globo’, apresentado pelo jornalista Marcus Aurélio, e relatou as campanhas irregulares da Seleção Brasileira nos mundiais de 1930, no Uruguai, e 1934, na Itália.
A produção da BBC fará parte do quadro ‘Viva o Rádio’ até a edição do ‘Quintal da Globo’ que levará ao ar a eliminação do Brasil para a Holanda ao perder de virada por 2 a 1 durante as quartas-de-final da Copa do Mundo de 2010, realizada na África do Sul. Usando áudios de arquivos, a série traz relatos de ex-jogadores e jornalistas que estiveram envolvidas com a participação da Seleção nos mundiais.
‘O Brasil em todas as Copas’ entra no programa da Rádio Globo para ocupar o espaço deixado pelos boletins referentes aos campeonatos de futebol disputado pelos clubes brasileiros, conforme adiantou Marcus. O jornalista Ricardo Alcantara é o responsável pela produção e reportagem da nova série da emissora do Sistema Globo de Rádio. Cada edição tem cerca de 10 minutos.
A Rádio Globo estreou, no último domingo, 18, a série ‘O Brasil em todas as Copas’, documentário produzido pela BBC Brasil. O material teve sua primeira parte transmitida no ‘Quintal da Globo’, apresentado pelo jornalista Marcus Aurélio, e relatou as campanhas irregulares da Seleção Brasileira nos mundiais de 1930, no Uruguai, e 1934, na Itália.
A produção da BBC fará parte do quadro ‘Viva o Rádio’ até a edição do ‘Quintal da Globo’ que levará ao ar a eliminação do Brasil para a Holanda ao perder de virada por 2 a 1 durante as quartas-de-final da Copa do Mundo de 2010, realizada na África do Sul. Usando áudios de arquivos, a série traz relatos de ex-jogadores e jornalistas que estiveram envolvidas com a participação da Seleção nos mundiais.
‘O Brasil em todas as Copas’ entra no programa da Rádio Globo para ocupar o espaço deixado pelos boletins referentes aos campeonatos de futebol disputado pelos clubes brasileiros, conforme adiantou Marcus. O jornalista Ricardo Alcantara é o responsável pela produção e reportagem da nova série da emissora do Sistema Globo de Rádio. Cada edição tem cerca de 10 minutos.
sábado, 17 de dezembro de 2011
Rádio CBN estreia afiliada em Rondônia
da Redação do Comunique-se
Pertencente ao Sistema Globo de Rádio, a CBN estreia sua afiliada em Porto Velho, capital de Rondônia, na próxima segunda-feira, 19, operando no dial 1.310 AM. Ainda não foi divulgado quais atrações transmitidas pela CBN irão ser divulgadas pela nova afiliada. Parte da programação da rádio é local, sendo de total produção das rádios parceiras.
A partir de agora, a rede CBN passa a contar com 30 emissoras, sendo 4 próprias (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília) e 26 afiliadas.
Pertencente ao Sistema Globo de Rádio, a CBN estreia sua afiliada em Porto Velho, capital de Rondônia, na próxima segunda-feira, 19, operando no dial 1.310 AM. Ainda não foi divulgado quais atrações transmitidas pela CBN irão ser divulgadas pela nova afiliada. Parte da programação da rádio é local, sendo de total produção das rádios parceiras.
A partir de agora, a rede CBN passa a contar com 30 emissoras, sendo 4 próprias (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília) e 26 afiliadas.
Rádio Globo escala mulher para comentar jogo da seleção feminina de futebol
do Portal Comunique-se
Ao transmitir o jogo da Seleção Brasileira de futebol feminino na noite de quinta-feira, 15, a Rádio Globo de São Paulo contou com uma mulher na função que atualmente é desempenhada, na emissora, só por homens: comentarista das jornadas esportivas. Na partida em que o Brasil perdeu para a Dinamarca por 1 a 0, o veículo teve a participação de Juliana Cabral.
Durante seus comentários do jogo, Juliana chegou a ser elogiada pelo jornalista Felippe Cardoso. Ao declarar que o time brasileiro não jogou bem o primeiro tempo do jogo realizado no Pacaembu e válido pelo Torneio Internacional Feminino Cidade de São Paulo, e analisar que seria necessário mudar o esquema tático para melhorar o desempenho da equipe, Juliana ouviu que tinha feito “uma excelente observação”.
Além dos comentários Juliana, que é integrante fixa do programa ‘Belas na Rede’, exibido aos domingos pela Rede TV, a transmissão do futebol feminino da Rádio Globo teve a presença de mais uma mulher, a repórter Camila Malinovski, essa contratada da emissora do Sistema Globo de Rádio. O narrador Doni Vieira e o repórter Roberto Lioi completaram a equipe que trabalhou no jogo.
Ao transmitir o jogo da Seleção Brasileira de futebol feminino na noite de quinta-feira, 15, a Rádio Globo de São Paulo contou com uma mulher na função que atualmente é desempenhada, na emissora, só por homens: comentarista das jornadas esportivas. Na partida em que o Brasil perdeu para a Dinamarca por 1 a 0, o veículo teve a participação de Juliana Cabral.
Durante seus comentários do jogo, Juliana chegou a ser elogiada pelo jornalista Felippe Cardoso. Ao declarar que o time brasileiro não jogou bem o primeiro tempo do jogo realizado no Pacaembu e válido pelo Torneio Internacional Feminino Cidade de São Paulo, e analisar que seria necessário mudar o esquema tático para melhorar o desempenho da equipe, Juliana ouviu que tinha feito “uma excelente observação”.
Além dos comentários Juliana, que é integrante fixa do programa ‘Belas na Rede’, exibido aos domingos pela Rede TV, a transmissão do futebol feminino da Rádio Globo teve a presença de mais uma mulher, a repórter Camila Malinovski, essa contratada da emissora do Sistema Globo de Rádio. O narrador Doni Vieira e o repórter Roberto Lioi completaram a equipe que trabalhou no jogo.
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
APCA escolhe os melhores do rádio em 2011
Reunidos agora há pouco, na sede dos Sindicato dos jornalistas de São Paulo, os jornalistas críticos de arte da APCA escolheram os melhores de 2011 nas artes e na comunicação, em 11 categorias.
Saiba quem foram os melhores este ano no Rádio, segundo os jurados da Associação Paulista dos Críticos de Arte:
Grande Prêmio da Crítica - CBN, 20 anos no ar.
Prêmio Especial do Júri - Dois diretores em cena - Rádio Jovem Pan AM
Melhor programa esportivo - Papo de Craque - Transamérica FM
Melhor programa musical - O Sul em Cima - USP FM
Melhor programa de humor - O Palhacinho - Ennergia 97
Melhor programa de variedades - Gira Brasil Especial - Rádio Estadão/ESPN
Melhor programação na Internet - web Rádio Faap
Saiba quem foram os melhores este ano no Rádio, segundo os jurados da Associação Paulista dos Críticos de Arte:
Grande Prêmio da Crítica - CBN, 20 anos no ar.
Prêmio Especial do Júri - Dois diretores em cena - Rádio Jovem Pan AM
Melhor programa esportivo - Papo de Craque - Transamérica FM
Melhor programa musical - O Sul em Cima - USP FM
Melhor programa de humor - O Palhacinho - Ennergia 97
Melhor programa de variedades - Gira Brasil Especial - Rádio Estadão/ESPN
Melhor programação na Internet - web Rádio Faap
sábado, 10 de dezembro de 2011
Assis Ângelo explica a obra de Luiz Gonzaga na USP FM
Corra que ainda dá tempo. O jornalista Assis Ângelo conta a história e a obra de Luiz Gonzaga, agora, o programa "Vira e Mexe", produzido e apresenatdo por Paulinho Rosa, na USP FM. http://www.radio.usp.br/aovivo.php
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Assis Ângelo,
Luiz Gonzaga,
Rádio USP
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Rádio Internacional da China completa 70 anos
Resultado de um desenvolvimento de sete décadas, a CRI transmite hoje em 61 idiomas o noticiário e a cultura da China a todo o mundo, através das mídias rádio, TV, jornal, internet e celular. A CRI é o veículo de comunicação internacional com o maior número de línguas de transmissão do mundo.
Em carta de congratulação, o membro permanente do Birô Político do Partido Comunista da China, Li Changchun, disse esperar que a CRI reforce a pontualidade, atrativos e precisão na comunicação internacional, além de intensificar o caráter original e pioneiro na divulgação de notícias, para que ela figure entre os grandes veículos de comunicação do mundo.
O alto funcionário chinês responsável pela divulgação de informações, Liu Yunshan, disse em seu discurso que, na condição de principal força da China na radiodifusão ao exterior, a CRI tem o dever de transmitir ao mundo o desenvolvimento socioeconômico e a vida da população da China, mostrar quão profunda e encantadora é a cultura chinesa e promover o conhecimento da comunidade internacional sobre o cenário atual e o caminho de desenvolvimento trilhado pelo país. O objetivo dessa missão há 70 executada pela CRI é desempenhar um papel de ponte para intensificar o entendimento mútuo entre chineses e estrangeiros, finalizou Liu Yunshan.
O presidente da CRI, Wang Gengnian, esclareceu que, nos últimos anos, a rádio chinesa vem buscando um caminho de desenvolvimento adequado às suas características no que diz respeito ao estabelecimento de subestações no exterior, à utilização de novas mídias e na consolidação de uma plataforma comum a toda indústria de radiofusão. Ele garantiu que a CRI vai promover o desenvolvimento da capacidade e do conteúdo de comunicação internacional.
Alguns chefes de Estado e de Governo estrangeiros enviaram mensagens de congratulação à rádio, incluindo os presidente de Laos, Choummaly Sayasone, de Paquistão, Asif Ali Zardari, de Moçambique, Armando Guebuza, o presidente da Bolívia, Evo Morales, e o presidente da Itália, Giorgio Napolitano.
Enviado por
Marco Ribeiro
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Rádio Internacional da China
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