Luan Santana diz a Playboy ter mais de 6 mil calcinhas de fãs

O cantor falou à edição de junho da revista sobre os boatos envolvendo sua sexualidade, seu novo álbum, calças apertadas e as capas de Playboy que passaram em suas mãos (Foto: reprodução)

O cantor Luan Santana deu uma entrevista à edição de junho da revista Playboy, da Editora Abril, e disse que os palcos em que se apresenta vivem forrados de calcinhas atiradas pelas fãs.
Em entrevista à seção "Vinte Perguntas Para.." da revista, Luan destacou que, hoje, suas fãs demonstram carinho desta forma bem picante e diz ter como provar: “Eu guardo tudo, mesmo as usadas. Tenho um aquário no meu escritório com umas 6 mil calcinhas, de todos os tamanhos.” 

Questionado pela reportagem se já saiu com alguma estrela de capa de Playboy, Luan foi rápido na resposta. “Deixa eu pensar aqui...foram seis! Mas a culpa é de vocês, que só colocam as mulheres mais lindas do Brasil nas capas.”

O sertanejo também afirma que um dos segredos para se tornar sensação com o público feminino, é usar calças justas. Muito justas. “Antigamente eu chegava a usar bota com calça de mulher”, diz, atribuindo a ideia a uma sugestão de Fernando, da dupla Fernando e Sorocaba. “O Fernandinho me passou a dica pra comprar o modelo feminino. Era apertado pra c***!”


Ele comentou sobre os boatos que o incomodaram no início de carreira. “Ficava acordado de madrugada pesquisando o meu nome no Google pra ver se estavam falando”. Luan busca uma explicação no contraste, na época, entre sua imagem de artista em ascensão e a dos outros cantores sertanejos mais consolidados. “Acho que por eu ser muito novo, pentear o cabelo diferente, por usar umas roupas mais descoladas. Todos os outros sertanejos usavam bota, camisa e chapéu.”

O astro do sertanejo aproveitou o gancho de seu último álbum, que traz um show com versões acústicas de seus sucessos, para opinar sobre o meio musical. “Na época do Roberto Carlos dava para lançar um trabalho a cada dois anos, mas hoje o mercado pede que você lance algo novo a cada seis meses”, crava o cantor. “Você tem de adivinhar o que fazer muito rapidamente, não tem mais uma referência de mercado. Surge um artista novo a cada momento. Tudo mudou.” Confira a entrevista completa na Playboy de junho, que chega dia 9 às bancas.

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