Terminou há pouco a transmissão ao vivo do show da Madonna pela 89 FM. A Metrô também estava com sons da jovem senhora no ar, mas não exatamente ao vivo. Eram "melhores momentos", segundo a locutora.
Enquanto o áudio da Metrô estava ótimo, algo estranho acontecia na transmissão da 89. A impressão que me deu (e ao Marcos Ribeiro também) é que o som não vinha da mesa ou de alguma saída "oficial". Era, aparentemente, mono. Igual quando colocamos um microfone para captar ambiente ou então na frente de uma caixa de som. Será que deram um "brazilian little way" (ou "jeitinho brasileiro", na língua da Madonna)?
Depois, fui dar uma passeada pelo dial e parei na USP, que nesse horário apresenta o "Nonstop Music", um programa de 3h de duração. O nome parece meio datado, lembra a época em que as vinhetas em inglês/estéreo da Jovem Pan eram o máximo da modernidade no rádio. A locução do Celso Filho, por melhor que seja (e é!), parece que não "casa" muito bem com a proposta do programa. Um estilo mais jovem, conversado, seria interessante. Mas musicalmente, o "Nonstop Music" não deixa a desejar. Em poucos minutos, ouvi Lobão, Guilherme Arantes, Gilberto Gil e até Fagner. Rolam até algumas versões remixadas, da época do remix feito à Gillete que vinha no final do vinil. O programa é um bom concorrente para o Iraí Campos e sua disco music na Alpha FM.
Enquanto o áudio da Metrô estava ótimo, algo estranho acontecia na transmissão da 89. A impressão que me deu (e ao Marcos Ribeiro também) é que o som não vinha da mesa ou de alguma saída "oficial". Era, aparentemente, mono. Igual quando colocamos um microfone para captar ambiente ou então na frente de uma caixa de som. Será que deram um "brazilian little way" (ou "jeitinho brasileiro", na língua da Madonna)?
Depois, fui dar uma passeada pelo dial e parei na USP, que nesse horário apresenta o "Nonstop Music", um programa de 3h de duração. O nome parece meio datado, lembra a época em que as vinhetas em inglês/estéreo da Jovem Pan eram o máximo da modernidade no rádio. A locução do Celso Filho, por melhor que seja (e é!), parece que não "casa" muito bem com a proposta do programa. Um estilo mais jovem, conversado, seria interessante. Mas musicalmente, o "Nonstop Music" não deixa a desejar. Em poucos minutos, ouvi Lobão, Guilherme Arantes, Gilberto Gil e até Fagner. Rolam até algumas versões remixadas, da época do remix feito à Gillete que vinha no final do vinil. O programa é um bom concorrente para o Iraí Campos e sua disco music na Alpha FM.
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Marlon