quarta-feira, 1 de agosto de 2012

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O cantor e compositor maranhense Zeca Baleiro. Foto: Marcos Hermes
O cantor e compositor maranhense Zeca Baleiro. Marcos Hermes
O humor impera nesta edição do Bossamoderna, conferindo o astral de Tárik de Souza, que pinça aqui e ali a irreverência e crítica aos costumes, para montar esta seleção musical. O programa injeta humor, a começar pela “Menina fricote”, curioso samba de breque de Marília Batista, favorita de Noel, sucesso de outra eleita do poeta da Vila, Aracy de Almeida. A música foi regravada pela cantora e pesquisadora carioca Tereza Virgínia.

Integrante da irreverente vanguarda paulistana, o Grupo Rumo remodela “Pão duro”, única parceria da impensável dupla formada pelo pernambucano Luiz Gonzaga e o baiano Assis Valente. Também da mesma cena, ex-Premeditando o Breque, Wandi Doratiotto brinca com um mito da literatura em “Dostoievski”. Grupo Manifesto brinca com estereótipos em “Cabra macho” (Mariozinho Rocha / Guto Graça Melo), também fustigados na brincalhona “Homem com H” (Antonio Barros), revisitada por Zeca Baleiro. A música foi sucesso de Ney Matogrosso, escalado em sua divertida remissão do caricato ponto de macumba “Só o ôme”, êxito de Noriel Vilela, de 1968.

O vanguardista catarinense Carlos Careqa samba no “Rolo do Rolex” e empilha uma hilária “Sucessão de fracassos”, enquanto o carioca Edu Krieger desenrola sua “Serpentina” e fustiga os tabus em “Desestigma”.

BossamodernaRir é o melhor negócio

Programa de Tárik de Souza
Produção: Rádio MEC – Rio de Janeiro 




Um comentário:

Norman Novaes disse...

Gostaria de convidar a galera pra ouvir o BSC, um podcast de humor sobre diversos assuntos. Estamos no episódio 54 e a resposta dos ouvintes tem sido muito legal, acho que vão se divertir!

http://bobossemcorte.com/podcast