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O dia em que a Rádio Cidade e a JB FM quase pegaram fogo

Marcelo Delfino, do Rio de Janeiro

O incêndio que destruiu os andares mais altos do prédio da Eletrobrás, na esquina das avenidas Presidente Vargas e Rio Branco, no centro do Rio, provocou uma alteração forçada na rotina das rádios JB FM 99,7 e Cidade FM 102,9.

O agravamento do incêndio, iniciado na madrugada do último dia 26 (quinta-feira), obrigou a evacuação de todos os prédios vizinhos. Inclusive o prédio onde estão as sedes das duas rádios, na Av. Presidente Vargas, 435. Colado à esquerda do da Eletrobrás.

As equipes das duas rádios tiveram que colocar no ar programações de emergência, a serem geradas nas casas dos transmissores, no morro do Sumaré. A programação emergencial da Cidade começou logo de manhã cedo. Já a programação normal da JB seguiu no "piloto automático", até as 9h, quando a programação do computador da sede acabou. A partir desta hora, entrou no ar a de emergência, do Sumaré.

As programações de emergência da JB e da Cidade tinham apenas as músicas e todas as vinhetas. Nenhum comercial, chamada, locução ou promoção. O locutor Rhodes, da Cidade, foi talvez o único que subiu até a casa do Sumaré, para apresentar a programação da 102,9, até as 20h. Sem nenhuma possibilidade de comunicação telefônica com os ouvintes.

Falhas comuns às duas rádios: as transmissões de ambas, a partir do Sumaré, apresentaram baixo nível de áudio e tinham um som de menos qualidade. As rádios ainda ficavam mudas diversas vezes, quando os respectivos computadores do Sumaré falhavam. Foi somente no dia seguinte, sexta-feira, que os prédios vizinhos ao da Eletrobrás foram liberados para os funcionários. E somente aqui, as rádios JB e Cidade voltaram com as suas programações normais.

As sedes da JB FM e da Cidade foram transferidas para o atual endereço quando o Grupo JB desocupou a sede da Av. Brasil, 500. O jornal, a Agência JB e o JB Online foram para um prédio na Av. Rio Branco. Como as rádios não podiam gerar programação no mesmo prédio (há obstáculos entre ele e o Sumaré), elas se instalaram no prédio vizinho ao da Eletrobrás.

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