A Rosana Hermann informa em seu blog que o jornalista Carlos Heitor Cony teve um momento de confusão durante o quadro Liberdade de Expressão, da CBN. A pauta era sobre o caso do garto Sean Goldman, objeto de disputa jurídica entre a família da mãe (morta há algum tempo) e o pai, de nacionalidade norte-americana. Após a intervenção de Artur Xexéo, Cony foi acionado pelo âncora Heródoto Barbeiro, e começou sua intervenção da seguinte maneira: "Uma maximização de um fato até certo ponto banal, embora uma criança que engolia agulha não seja tão banal". Cony estava se referindo a outra (e triste) história. Ele percebeu a mancada e tentou consertar. Contudo, a emenda saiu pior que o soneto. Ouça no player abaixo;.
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