Do IDG Now
A emissora Jelli.net permite ao público controlar que músicas são veiculadas por meio de um sistema de votações ao vivo no site.
A rádio online interativa Jelli entrou em sua versão beta na segunda-feira (19/10), após cerca de sete meses em fase de testes internos. O sistema da página permite ao ouvinte ter total controle ao vivo sobre a programação e as músicas que tocam na rádio.
O programa é transmitido ao vivo enquanto os internautas podem votar no que gostam ou não. Se uma música recebe muitas votações negativas, ela é tirada do ar imediatamente e a lista segue. É possível também votar nas próximas músicas, além de interagir com os outros usuários.
O serviço surgiu em março, com transmissões feitas unicamente pela internet, 24 horas por dia. A partir de junho, a Jelli passou a transmitir um programa semanal de duas horas na rádio Live 105 KITS, de São Francisco, Califórnia, nos Estados Unidos.
No caso da transmissão do programa na rádio FM, a lista de músicas é trocada dez minutos antes de entrar no ar, para uma mais comum ao formato com versões editadas ou censuradas.
O destaque da novidade são os recursos de interação social. "O aspecto social da rádio é tão importante quanto as músicas que tocam nela", afirmou um usuário do serviço, conhecido pelo apelido HanSolo. No site, é possível conversar com os outros visitantes, procurar por usuários, enviar mensagens particulares, entre outros.
A Jelli está negociando com empresas de mídia para ampliar o serviço ao território nacional e internacional. Um negócio já foi fechado com a empresa de transmissões Austereo para que o programa vá ao ar na Austrália. Em todos os casos, o controle da programação ainda fica a critério dos internautas do mundo inteiro que acessam o site.
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Bela iniciativa da Jelli. Mas aqui no Brasil isso não é novidade, certo? Apesar de não termos ainda uma rádio 24h com tamanha interatividade, já (ou)vimos diversas experiências que chegaram perto. Algumas estão no ar até hoje:
- Em 2007, a 89 FM de São Paulo lançou o iPlay, faixa de horário em que o ouvinte/internauta podia escolher desde as músicas até as vinhetas executadas.
- Antes disso, em 2006, a Ipanema FM deixou a madrugada inteira aos cuidados do ouvinte, no programa chamado My Player.
- No dia 17 de dezembro de 2007, o Rádio Base esteve no lançamento do Radar Cultura, projeto da Rádio e TV Cultura de São Paulo. O Radar acabou não alcançando o público da maneira desejada e, depois da fase inicial, deu uma murchada. Mas continua.
Enfim, só alguns exemplos de que nem só lá fora os profissionais de comunicação colocam a cabeça para funcionar. Aqui no Brasil, ô ô, também se faz crossmedia. E dos bons.
A emissora Jelli.net permite ao público controlar que músicas são veiculadas por meio de um sistema de votações ao vivo no site.
A rádio online interativa Jelli entrou em sua versão beta na segunda-feira (19/10), após cerca de sete meses em fase de testes internos. O sistema da página permite ao ouvinte ter total controle ao vivo sobre a programação e as músicas que tocam na rádio.
O programa é transmitido ao vivo enquanto os internautas podem votar no que gostam ou não. Se uma música recebe muitas votações negativas, ela é tirada do ar imediatamente e a lista segue. É possível também votar nas próximas músicas, além de interagir com os outros usuários.
O serviço surgiu em março, com transmissões feitas unicamente pela internet, 24 horas por dia. A partir de junho, a Jelli passou a transmitir um programa semanal de duas horas na rádio Live 105 KITS, de São Francisco, Califórnia, nos Estados Unidos.
No caso da transmissão do programa na rádio FM, a lista de músicas é trocada dez minutos antes de entrar no ar, para uma mais comum ao formato com versões editadas ou censuradas.
O destaque da novidade são os recursos de interação social. "O aspecto social da rádio é tão importante quanto as músicas que tocam nela", afirmou um usuário do serviço, conhecido pelo apelido HanSolo. No site, é possível conversar com os outros visitantes, procurar por usuários, enviar mensagens particulares, entre outros.
A Jelli está negociando com empresas de mídia para ampliar o serviço ao território nacional e internacional. Um negócio já foi fechado com a empresa de transmissões Austereo para que o programa vá ao ar na Austrália. Em todos os casos, o controle da programação ainda fica a critério dos internautas do mundo inteiro que acessam o site.
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Bela iniciativa da Jelli. Mas aqui no Brasil isso não é novidade, certo? Apesar de não termos ainda uma rádio 24h com tamanha interatividade, já (ou)vimos diversas experiências que chegaram perto. Algumas estão no ar até hoje:
- Em 2007, a 89 FM de São Paulo lançou o iPlay, faixa de horário em que o ouvinte/internauta podia escolher desde as músicas até as vinhetas executadas.
- Antes disso, em 2006, a Ipanema FM deixou a madrugada inteira aos cuidados do ouvinte, no programa chamado My Player.
- No dia 17 de dezembro de 2007, o Rádio Base esteve no lançamento do Radar Cultura, projeto da Rádio e TV Cultura de São Paulo. O Radar acabou não alcançando o público da maneira desejada e, depois da fase inicial, deu uma murchada. Mas continua.
Enfim, só alguns exemplos de que nem só lá fora os profissionais de comunicação colocam a cabeça para funcionar. Aqui no Brasil, ô ô, também se faz crossmedia. E dos bons.
Comentários
Aliás, a Oi FM completou um ano anteontem. E é uma pena que a assessoria de imprensa dela não retorne meus contatos.