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Flávio Guimarães analisa: O jeitinho brasileiro não tem limites

Prezado Marco Ribeiro.

Com base em seu artigo fiz postagem em meu blog, remetendo ao Rádio Base. Você levanta alguns pontos interessantes em torno da questão das atuais fusões de prefixos. Acrescentei algumas coisas. http://fg-news.blogspot.com/2011/02/fusao-entre-emissoras-mostra-que-o.html

Abração,
Flávio Guimarães

Veja os comentários de José Carlos Penha em:
http://fg-news.blogspot.com/2011/02/fusao-entre-emissoras-mostra-que-o.html#comments


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Fico muito agradecido pela referência ao meu artigo em sua publicação, Flávio. Concordo com o que você escreveu e o leitor José Carlos Penha comentou sobre esses processos de "reengenharia", que são promovidos por várias emissoras de um modo geral, como no caso da Estadão/ESPN. Quero dizer que não me esqueci dos "locutores/operadores" da maioria das FMs. Mas pelo que me consta, ao menos as emissoras que conheço pagam a eles o que a lei manda.

Só tenho uma discórdia, se me permitem o reparo, quando o Penha diz que "Se na televisão já é prática antiga a transmissão de programas para toda a rede nacional (e na televisão talvez isso se jusitifique, pois nem todos estados / cidades podem gerar conteúdo local)". Na verdade, essas emissoras não tem condições de fazer uma programação de tv da forma que conhecemos e qual estamos acostumados, o que não quer dizer que eles não saibam fazer do jeito deles pra eles mesmos. Mas como nosso assunto aqui não é TV e sim, rádio, recomendo aos prezados missivistas que assistam aos domingos, ou as reprises disponíveis na internet o ótimo "Ver TV", produzido pelo professor Laurindo Lalo Leal, um dos mais profundos estudiosos da tv brasileira. O link é esse aqui - http://www.tvbrasil.org.br/vertv/

Um abraço a todos.

Comentários

Flávio Guimarães disse…
Obrigado, Marco, pela referência ao nosso FG-News, onde os fatos se encontram.

Costumo dizer que os comentários, via de regra, acrescentam detalhes que, às vezes, nos escapam. Concordo com a sua opinião sobre o jeito de as emissoras menores fazerem bem, à maneira delas, a programação que, por lei, lhes cabe produzir.

O espaço local é garantido pela legislação do setor visando a não quebrar os vínculos da população de determinada região do país com os veículos de comunicação locais e com a própria tradição regional, quanto a usos e costumes.

As redes de rádio, de certa forma, vinham cumprindo com essa exigência legal, mas, como sabemos - à semelhança das telhas feitas pelos escravos -, nas coxas, detalhe que deu origem à expressão.

Quem está com a razão, neste momento, é ponto secundário da questão e depende, é claro, do ângulo do observador.

O que se discute e se exige, é uma posição mais firme das autoridades para que os empresários das telecomunicações não deitem e rolem, mais do que já o fazem, burlando, inclusive, as diretrizes do setor, além de prejudicar o planejamento e a implantação do rádio digital no Brasil.

Obrigado, Marco, pela parceria neste assunto. Dobradinhas assim fortalecem mutuamente seus promotores. De minha parte, fico feliz pela ressonância do tema.

Garnde abraço,

FG

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