por Anderson Diniz Bernardo
Era um programa muito inusitado nas madrugadas da Atual, na época em que a rádio estava mais ligada ao CTN (Centro de Tradições Nordestinas) e mais posicionada ao público do nordeste.
Começava com uma vinheta em que o locutor, com a voz muito parecida com o que anuncia os cultos da Igreja Mundial na Rede 21, dizia um monte de elogios, começando com "ela é maravilhosa", até terminar com um "ela é..." e a interrupção, com voz de tele sexo: "Eu sou Bárbara!".
O texto da apresentadora não era muito diferente de um tele sexo. Gemia, contava histórias eróticas - na época eu nem percebia direito a malícia daquilo - e tocava forró de teclado!
Queria saber quem teve a ideia desse programa, quem era a Bárbara e que fim levou! Se alguém que passar por aqui souber a resposta de alguma dessas perguntas ou pelo menos lembrar mais sobre o programa, compartilhe!
Coméntário: Como eu já escrevi anteriormente, não lembro desse programa apresentado pela Bárbara. Pela descrição do Anderson, sua proposta era bem diferente e até arrojada para um veículo que é muito certinho.
Era um programa muito inusitado nas madrugadas da Atual, na época em que a rádio estava mais ligada ao CTN (Centro de Tradições Nordestinas) e mais posicionada ao público do nordeste.
Começava com uma vinheta em que o locutor, com a voz muito parecida com o que anuncia os cultos da Igreja Mundial na Rede 21, dizia um monte de elogios, começando com "ela é maravilhosa", até terminar com um "ela é..." e a interrupção, com voz de tele sexo: "Eu sou Bárbara!".
O texto da apresentadora não era muito diferente de um tele sexo. Gemia, contava histórias eróticas - na época eu nem percebia direito a malícia daquilo - e tocava forró de teclado!
Queria saber quem teve a ideia desse programa, quem era a Bárbara e que fim levou! Se alguém que passar por aqui souber a resposta de alguma dessas perguntas ou pelo menos lembrar mais sobre o programa, compartilhe!
Coméntário: Como eu já escrevi anteriormente, não lembro desse programa apresentado pela Bárbara. Pela descrição do Anderson, sua proposta era bem diferente e até arrojada para um veículo que é muito certinho.
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